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09/02/19 07:01

Pesquisadora do Instituto Geológico é autora de capítulo de livro sobre mudanças climáticas

Lançado no final de janeiro de 2019 o livro: “Climate Change in Santos Brazil: Projections, Impacts and Adaptation Options”, editado por Lucí Hidalgo Nunes, Roberto Greco, José A. Marengo, é o resultado do projeto “METROPOLE: Uma Estrutura Integrada para Analisar Tomada de Decisão Local e Capacidade Adaptativa para Mudanças Ambientais em Grande Escala: Estudos de Casos Comunitários no Brasil, Reino Unido e EUA”.

A publicação em língua inglesa tem como objetivo a divulgação dos resultados da pesquisa, fomentando o diálogo e a participação de tomadores de decisão, da população e dos representantes de organizações civis e privadas. Esperasse que com a divulgação dos estudos garanta-se medidas que possam retardar, minimizar ou até mesmo restringir os efeitos perversos da mudança climática nos próximos anos.

A pesquisadora do Instituto Geológico (IG) Dra. Célia Regina de Gouveia Souza é coautora em dois capítulos do livro, no capítulo 4 “Projections of Climate Change in the Coastal Area of Santos” e no capítulo 5 “Projection and Uncertainties of Sea Level Trends in Baixada Santista”. A pesquisadora foi autora principal do capítulo 6 intitulado: “Long Term Analysis of Meteorological-Oceanographic Extreme Events for the Baixada Santista Region”. Escrito em coautoria com o consultor ambiental Agenor Pereira Souza e Joseph Harari do Instituto Oceanográfico/USP, o capítulo apresenta BD de eventos meteorológicos-oceanográficos extremos (ressacas e inundações costeiras), entre 1928 e 2016 (Baixada Santista), e as análises das condições de ocorrência desses eventos, com vários indicadores. Oferecendo ao leitor uma visão histórica da elevação do nível do mar, com dados sobre: precipitação, temperatura e frequência de tempestades.

Sobre o Projeto METROPOLE: Foi desenhado para enfrentar alguns desafios importantes do nosso tempo: por um lado, como reduzir os riscos das alterações climáticas nas áreas costeiras, com vista a salvaguardar a vida, assegurando a segurança dos bens e a manutenção de ecossistemas ricos; e, por outro lado, como melhorar a interação entre cientistas, tomadores de decisão e população para um objetivo comum, para evitar que projeções alarmantes de elevação do nível do mar sejam realizadas. Participam pesquisadores de várias instituições brasileiras (INPE, CEMADEM, USP, UNICAMP, IG), americana University of Florida e inglesa Kings College of London.

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