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Paleontologia e Bioestratigrafia

  • 01/01/07

    Micropaleontologia, biocronoestratigrafia e paleoambientes de depósitos sedimentares cretácicos não-marinhos do Grupo Bauru – 2ª Fase

    Estudo micropaleontológico das “Associações Faciológicas Echaporã, Serra da Galga e Ponte Alta”, aflorantes na área do Triângulo Mineiro, para refinamento do quadro cronoestratigráfico proposto para o Grupo Bauru, no Estado de São Paulo.

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  • Análise micropaleontológica de subsuperfície da Formação Tremembé

    Iniciar pesquisa exploratória na Formação Tremembé visando conhecer a taxonomia e a potencialidade dos microfósseis para datação e correlação de seus sedimentos, utilizando os testemunhos recuperados no “Projeto piloto de recarga artificial na bacia do rio Una, município de Taubaté” (Processo FAPESP (2003/07183-1).

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  • 01/09/03

    Projeto piloto de recarga artificial de aqüíferos na Bacia do Rio Una, Município de Taubaté

    O projeto tem por finalidade desenvolver técnicas e políticas públicas que viabilizam o uso sustentável dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos na bacia hidrográfica do rio Una, Município de Taubaté. Esse projeto piloto de recarga artificial consiste na captação da água pluvial em telhados da Fábrica de Alimentos da UNITAU e injeção em poço tubular profundo para fins de recarga artificial de aqüíferos. Dois sistemas aqüíferos bastante diferenciados ocorrem na área: o aqüífero freático, livre, contido no solo (latossolo vermelho-amarelo), e o aqüífero sedimentar, semi-confinado a confinado, contido nos sedimentos terciários da Bacia de Taubaté. Tendo em vista estes dois sistemas aqüíferos foi elaborada uma metodologia para avaliar separadamente as características de cada um deles, envolvendo aspectos pedológicos, geotécnicos, sedimentológicos, estratigráficos, hidrodinâmicos, hidroquímicos e bacteriológicos, de forma, a caracterizar a recarga natural e as possibilidades de aplicação da recarga artificial de aqüíferos a fim de desenvolver e divulgar métodos que diminuam o escoamento superficial, responsável por erosão, transporte de sedimentos, assoreamentos dos corpos d’água, enchentes nas planícies dos rios e ribeirões.

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  • 01/05/03

    Bibliografia analítica do Paleozóico da Bacia do Paraná no Brasil

    Dotar a literatura geológica de um trabalho que apresente a relaçõa de todas as obras referentes à evolução do conhecimento das unidades litoestratigráficas do Paleozóico da bacia do Paraná, no Brasil, com os resumos comentados e criticados, para finalidades científicas, culturais e gerenciais.

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  • 01/01/03

    Levantamento da composição e sucessão paleoflorísticas do Neocarbonífero – Eopermiano (Grupo Tubarão) do Estado de São Paulo

    O projeto consiste no reestudo do material paleobotânico (macro e microfloras) já descrito do Grupo Tubarão no Estado de São Paulo, bem como de novas localidades. As atividades incluem várias etapas de trabalhos de campo para coleta e descrição dos afloramentos; a amostragem é complementada com material de subsuperfície (poços do IG e Petrobrás). A melhor caracterização das espécies registradas e o posicionamento biocronoestratigráfico dos níveis e associações estudadas são os principais objetivos do trabalhos, que conta com a participação de especialistas do Brasil e do exterior.

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  • 01/01/01

    Análise do conhecimento fossilífero do Estado de São Paulo, até o ano 2000, através do material publicado

    O projeto prevê a atualização dos dados paleontológicos do Estado de São Paulo, a exemplo do que fôra feito no projeto similar anterior, com a publicação de dois boletins (Os Fósseis do Estado de São Paulo e Bibliografia Analítica da Paleontologia do Estado de São Paulo). Adicionalmente, é objetivo apresentar uma análise quantitativa e qualitativa que sintetize a evolução do conhecimento paleontológico do Estado desde o primeiro trabalho publicado até o ano 2000.

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  • 01/12/00

    Palinoestratigrafia do Grupo Tubarão no Estado de São Paulo.

    Projeto de capacitação - Tese de Doutorado defendida sob a orientação do Prof. Dr. Setembrino Petri (Instituto de Geociências-USP), finalizada em 2000. Os principais resultados do projeto foram: registro de 99 espécies de palinomorfos para a seção do Neocarbonífero-Eopermiano da Bacia do Paraná nos Estados de São Paulo e norte do Paraná; proposição de um zoneamento bioestratigráfico formal para a seção estudada do Subgrupo Itararé.

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  • 01/12/96

    Palinologia e bioestratigrafia do Subgrupo Itararé em Araçoiaba da Serra (Westphaliano, Bacia do Paraná), Estado de São Paulo.

    Projeto de capacitação - Dissertação de mestrado orientada pelos Profs. Dr. Murilo Rodolfo de Lima (Instituto de Geociências-USP), período inicial, e Dr. Setembrino Petri (Instituto de Geociências-USP), período final. Cento e dez espécies de palinomorfos foram registradas no Carbonífero da bacia do Paraná, incluindo 20 inéditas, a partir do estudo e análise palinológica de material de superfície (Rodovia Raposo Tavares) e subsuperfície (Poço Geomater: A-IG-85). As assembléias palinológicas constituem, juntamente com o material de Buri e Monte Mor, as mais antigas do Carbonífero da bacia, sem correlação bioestratigráfica com os esquemas vigentes. Aspectos paleoambientais e de retrabalhamento de espécies também foram abordados.

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  • 01/12/95

    Novas ocorrências de fósseis nas formações Corumbataí e Estrada Nova do Estado de São Paulo e considerações preliminares sobre seu significado paleontológico e bioestratigráfico.

    Discute-se as ocorrências e posicionamento estratigráfico dos fósseis das formações Corumbataí e Estrada Nova, incluindo espongiários (espículas), ostracodes, microvertebrados, estromatólitos, oogônios de carófitas e bivalves que compõem as associações fossilíferas presentes nessas formações. A análise micropaleontológica permitiu: 1) classificar espículas de espongiários como oxeas monoxônidas características de desmospôngias da Ordem Haplosclerida; 2) identificar dezesseis gêneros e vinte e três espécies novas de ostracodes, com base na morfologia externa da carapaça; 3) identificar dez morfotipos de ictiodontes e quatro tipos de escamas de paleoniscídeos, 4) descrever ocorrência de oogônios de carófitas, com os espécimes isolados, pela primeira vez, da rocha matriz. O estudo dos bivalves foi estendido para as regiões de Santa Cruz das Palmeiras, Tambaú, Porangaba, Angatuba, Guareí, Taguaí e Fartura para mostrar que o zoneamento bioestratigráfico proposto para a região de Rio Claro é válido também para outras áreas de São Paulo. As biozonas apresentam ampla distribuição geográfica, como no caso da Zona Pinzonella neotropica-Jacquesia brasiliensis que vai do nordeste ao sudoeste do Estado. As características litológicas, petrográficas e estruturas sedimentares associadas às feições tafonômicas e paleoecológicas dos bioclastos mostraram que a maioria dos fósseis das formações Corumbataí e Estrada Nova, não correspondem a deposições in situ.

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  • 01/12/90

    Subsídios do meio físico-geológico ao planejamento territorial do município de Sorocaba (SP)

    Atendendo demandas externas à Instituição e uma revisão estratégica de atuação, foi criado o Programa Cartas Geológicas e Geotécnicas para o Planejamento Ambiental como subsidio ao processo de industrialização do interior, no eixo entre Sorocaba e Campinas. Os objetivos foram: a) auxiliar no planejamento do meio físico municipal e na Lei Orgânica b) otimizar esforços, recursos humanos e financeiros através de ações interdisciplinares.A otimização em termos de integração entre as equipes técnicas permitiu avançar no conhecimento técnico na busca do entendimento global do sistema analisado. Do ponto de vista aplicado, os produtos gerados serviram de subsídio à elaboração de normas específicas destinadas ao aproveitamento das águas subterrâneas e à superação dos conflitos associados ao aproveitamento dos bens minerais. Sob outro angulo, o projeto serviu como balizador de procedimentos metodológicos, que passaram por contínuo processo evolutivo nos projetos subseqüentes.

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