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Investigações Subterrâneas

  • 30/10/09

    Caracterização sedimentológica de subsuperfície da Formação Tremembé, Bacia de Taubaté

    Diversos estudos realizados na Bacia de Taubaté versaram a origem de sua formação tectônica, os processos de sedimentação e cartografia das unidades estratigráficas. Porém, poucos estudos foram realizados com os depósitos sedimentares de subsuperfície da Bacia de Taubaté. No âmbito do Projeto de Pesquisa em Políticas Públicas intitulado “Projeto Piloto De Recarga Artificial De Aqüíferos, na Bacia Hidrográfica do Rio Una, em Taubaté” (Processo FAPESP 03/07183-1) sob coordenação do pesquisador científico Hélio Nóbile Diniz (Processo SMA 30114/03), foram executados duas sondagens para instalação de poços tubulares profundos. Essas sondagens foram executadas com recuperação total de testemunhos, com até 6 polegadas de diâmetro, preservando as características originais sedimentares dos depósitos e propiciando o adequado estudo de uma porção da seqüência sedimentar que forma a Formação Tremembé. Este projeto de pesquisa visa estudar os sedimentos de subsuperfície da Formação Tremembé sob pontos de vista sedimentológico e estratigráfico. Os resultados obtidos deverão melhorar o entendimento paleoambiental deposicional da Bacia de Taubaté.

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  • 30/04/09

    Influência da abertura de cavas de extração de areia e inundações para cultivo de arroz no aquífero freático da várzea do Rio Paraíba do Sul, Município de Tremembé, SP

    Na região leste do estado de São Paulo, o Vale do Rio Paraíba do Sul é constituído pela Bacia Sedimentar de Taubaté, de idade terceária e quartenária. Durante o período recente (quartenário), a geomorfologia do Vale é constituída pelos meandros abandonados do Rio Paraíba do Sul, periodicamente sujeitos ao entulho de sedimentos (areias e argilas orgânicas) provenientes das cheias sazonais. No município de Tremembé a espessura desses sedimentos atinge até 16 metros. Atualmente, as planícies do Rio Paraíba do Sul não sofrem inundações provenientes das cheais, pois as vazões do rio são controladas por diversas barragens situadas a montante. As inundações atuais (artificiais) são provocadas pelo cultivo de arroz nas várzeas. Como consequência, o nível d'água do aquífero freático sobe e, na superfície a água sofre grande evaporação. Além deste fator de oscilação do nível d'água, outra atividade econômica influência o nível dos lençóis freáticos da região, a extração de areia, cujas cavas abandonadas formam lagos artificial com grande área de evaporação. O município de Tremembé é o que possui a maior área de lagos artificial na região do Vale do Paraíba, tendo 29 portos de areia desativados e 16 ativos. Esse estudo tem por objetivo, estabelecer medidas hidroclimatológicas de uma área da várzea do Rio Paraíba do Sul no município de Tremembé a fim de realizar um balanço hídrico e comparar o excedente hídrico com medidas do nível d'água do aquífero freático em um local onde ocorrem as atividades econômicas mencionadas, a fim de estabelecer a relação destes fatores na dinâmica do aquífero freático.

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  • 28/10/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorrega escorregamentos e inundações os municípios de Ilhabela, Paraibuna, Cotia, Poá, Dumont e Jaboticabal

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitati qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 3ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de seis municípios, localizados no Litoral do Estado (Ilhabela), na Região Metropolitana de São Paulo (Cotia, Poá) na Região de Ribeirão Preto (Dumont, Jaboticabal) e na Região do Vale do Paraíba (Paraibuna). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 07/01/06

    Caracterização do potencial hidrogeológico e histórico da utilização das águas subterrâneas no município de São José dos Campos

    A ênfase deste projeto de pesquisa é o conhecimento do potencial hídrico subterrâneo na parte da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul que engloba o Município de São José dos Campos. Foram cadastrados trezentos e setenta poços tubulares profundos, distribuídos em sua maioria dentro da Bacia Sedimentar de Taubaté, no Município de São José dos Campos. Obteve-se nos locais dos poços, a Transmissividade (em m2/h) e o Coeficiente de Armazenamento. Com estes dados e por meio da análise dos gráficos de 57 testes de vazão plotados, obteve-se os tipos de aquíferos onde os poços captam água, na região de São José dos Campos e as características de produtividade no local dos poços. O estudo realizado proporcionou o conhecimento do meio físico e do potencial de uso dos recursos hídricos subterrâneos, por meio do levantamento e formação de um cadastro com uma sólida base de dados hidrogeológicos (com a formação de um abrangente cadastro de poços tubulares profundos), climáticos, hidroquímicos e geológicos e, obtenção mapas e cartas temáticas apropriadas ao gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos.

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  • 01/09/05

    Significados histórico–arqueológico, arquitetônico e ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta – PEIA – Diretrizes para Restauração e Revitalização de Patrimônio Histórico-Cultural em Unidades de Conservação

    Este projeto teve por finalidade orientar as ações de políticas públicas referentes à conservação, restauração e utilização de monumentos históricos em Unidades de Conservação do Estado de São Paulo, a partir dos objetivos de manejo e diretrizes estabelecidos pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC e da análise dos significados histórico - arqueológico, arquitetônico e ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta-PEIA. A Ilha Anchieta, desde 1955, deixou de ser uma ilha-presídio e permaneceu por alguns anos sem um uso definido. O PEIA, criado em 29 de março de 1977, através do Decreto 9.629, enquadra-se no grupo das Unidades de Conservação de Proteção Integral, cuja legislação admite apenas o uso indireto de seus recursos naturais. Sua criação propiciou as condições de regeneração natural da cobertura vegetal, que sofreu grande alteração na época de funcionamento do presídio. O estudo efetuado contou com um banco de dados bibliográfico, de imagens, mapas, fotos, entrevistas e questionários e localização georeferenciadas da infra-estrutura de Uso Público, dos equipamentos e edifícios históricos, bem como trilhas e espaços interpretativos. Métodos de investigação geofísica, em subsuperfície, foram utilizados para levantamentos arqueológicos subterrâneos. Foi elaborado um mapa de solos, de vegetação, geopedológico, geológico da Ilha Anchieta e avaliação do ambiente construído.

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  • 01/09/03

    Projeto piloto de recarga artificial de aqüíferos na Bacia do Rio Una, Município de Taubaté

    O projeto tem por finalidade desenvolver técnicas e políticas públicas que viabilizam o uso sustentável dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos na bacia hidrográfica do rio Una, Município de Taubaté. Esse projeto piloto de recarga artificial consiste na captação da água pluvial em telhados da Fábrica de Alimentos da UNITAU e injeção em poço tubular profundo para fins de recarga artificial de aqüíferos. Dois sistemas aqüíferos bastante diferenciados ocorrem na área: o aqüífero freático, livre, contido no solo (latossolo vermelho-amarelo), e o aqüífero sedimentar, semi-confinado a confinado, contido nos sedimentos terciários da Bacia de Taubaté. Tendo em vista estes dois sistemas aqüíferos foi elaborada uma metodologia para avaliar separadamente as características de cada um deles, envolvendo aspectos pedológicos, geotécnicos, sedimentológicos, estratigráficos, hidrodinâmicos, hidroquímicos e bacteriológicos, de forma, a caracterizar a recarga natural e as possibilidades de aplicação da recarga artificial de aqüíferos a fim de desenvolver e divulgar métodos que diminuam o escoamento superficial, responsável por erosão, transporte de sedimentos, assoreamentos dos corpos d’água, enchentes nas planícies dos rios e ribeirões.

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  • 01/01/99

    Balanço Hídrico na Bacia do Rio Capivari-SP

    Realizou-se a caracterização hidrogeológica e hidroclimática da Bacia e o regime hidrológico do rio Capivari através da revisão de teses, dos trabalhos publicados e do cadastramento de dados de poços tubulares profundos utilizados para o abastecimento público. O potencial de exploração dos sistemas aqüíferos foram levantados. O cálculo das componentes do balanço hídrico foram realizados através da interpretação dos dados das séries históricas obtidas em 6 postos pluviométrico do DAEE e distribuídos por toda a área da bacia hidrográfica. O regime hidrológico foi interpretado através da análise das séries históricas de um posto fluviométrico do DAEE, situado no Município de Rafard, no Médio Rio Capivari.

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