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Hidrogeologia

  • 01/06/09

    FRATASG II – Investigação regional do potencial da recarga do Sistema Aquífero Guarani através dos basaltos do Aqüífero Serra Geral

    O objetivo principal do FRATASG II é avaliar a extensão das regiões às quais os resultados do FRATASG são aplicáveis através do estudo da estratigrafia dos derrames de basalto e da verificação da existência de estruturas verticais que atravessam o Aqüífero Serra Geral (ASG) e que potencialmente promovam a recarga do Sistema Aqüífero Guarani (SAG), em escala regional, na área adjacente ao afloramento dos arenitos do SAG. Assim, a região de investigação se estende desde Araraquara-São Carlos, na porção norte do Estado, até a região de Avaré-Itaí, no sudoeste do Estado. O projeto deverá apresentar como resultado principal, em faixa adjacente ao afloramento do contato entre arenitos e basaltos, a indicação de regiões onde o ASG confina o SAG e regiões onde estruturas verticais, que seccionam os basaltos, apresentem o potencial de recarregar os arenitos. Além disso, seções geológicas construídas a partir de dados de campo, e checadas com base em petrografia e química de rocha, indicarão tanto a estratigrafia detalhada em vários locais como as possíveis correlações regionais. Aqueles derrames que apresentarem estruturas, de resfriamento ou tectônicas, importantes para o fluxo de água subterrânea, também serão indicados.

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  • 01/10/08

    Padrões de Ocupação Urbana e Contaminação por Nitrato nas Águas Subterrâneas do Sistema Aquífero Bauru, Centro-Oeste do Estado de São Paulo

    O Sistema Aquífero Bauru é um dos mais extensos reservatórios subterrâneos do Estado de São Paulo e o mais intensivamente explorado. Altas concentrações de nitrato, acima do padrão de potabilidade (10 mg/L NO3- - N), foram detectadas em vários poços tubulares e cacimbas, situados nas áreas urbanas dos municípios de Bauru, Marília e Presidente Prudente, região centro-oeste do interior paulista. O objetivo principal deste projeto consiste em avaliar as tendências de incremento nas concentrações de nitrato nas águas subterrâneas, ao longo do tempo e espaço, frente aos padrões de ocupação urbana nestes municípios. As atividades previstas compreendem o cadastro das fontes potenciais de contaminação (fossas sépticas e negras, fugas das redes de esgoto), dos poços tubulares e/ou cacimbas, coleta de amostras de água subterrânea para análises físico–químicas, químicas e isótopos estáveis, elaboração de mapas de uso e ocupação do solo e estimativas das cargas potenciais de nitrato. Acredita-se que os resultados deste estudo possam definir relações entre as densidades de ocupação e saneamento e as concentrações de nitrato, bem como estabelecer critérios e recomendações que permitam nortear os poderes públicos na elaboração de programas de proteção dos aquíferos no Estado de São Paulo.

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  • 31/12/07

    Estudo Hidrogeológico entre Indaiatuba e Capivari para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos Subterrâneos dos Sistemas Aqüíferos Tubarão e Cristalino – Fase 1

    A região de Indaiatuba apresenta crescente demanda de água subterrânea, decorrente do crescimento populacional, da expansão industrial constatada pela instalação de novas unidades, e da ampliação do mercado imobiliário com seus inúmeros loteamentos urbanos e chácaras de lazer. Indaiatuba e Monte Mor, inseridos na Região Metropolitana de Campinas, apresentaram uma das maiores taxas de crescimento populacional no período de 1991/2000 da UGRHI 5 (Irrigart 2004), estimulando o processo de urbanização. Salto, com aproximadamente 100.000 habitantes, tem também se tornado um núcleo urbano expressivo influenciado pelo crescimento econômico no eixo entre a Região Metropolitana de Campinas e Sorocaba. A água subterrânea dos aqüíferos Tubarão e Cristalino, existentes nesta região, não é mais considerada com fonte alternativa de abastecimento e a procura por este recurso intensificou-se na última década passando a constituir fator condicionante (ou limitante) para o estabelecimento de determinadas atividades (industriais, agrícolas, lazer etc.), desenvolvimento econômico e bem-estar social. Alia-se a isso, o fato de corpos d’água considerados mananciais de abastecimento público encontrarem-se em situação de degradação, com registros de perda de qualidade e conseqüente diminuição do potencial de aproveitamento. Municípios como Elias Fausto e Rafard são totalmente dependentes da água subterrânea, em especial do Aqüífero Tubarão, para o abastecimento público. A falta de conhecimento do comportamento dos aqüíferos Tubarão e Cristalino nestas regiões dificulta o planejamento para o uso racional, a proteção de áreas de recarga e a identificação de áreas críticas em relação à qualidade da água subterrânea. Este cenário aponta para a necessidade de estudos hidrogeológicos que sirvam de base para a identificação de áreas críticas que necessitem de instrumentos e ações que visem a proteção das águas subterrâneas de forma a garantir seu uso pelas gerações futuras. Nesse sentido, este trabalho deverá trazer junto ao avanço no conhecimento hidrogeológico da região, contribuições para ações de proteção e uso racional dos recursos hídricos subterrâneos.

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  • 02/01/07

    Impacto de Fossas Negras nas Zonas Saturada e Não Saturada do Aqüífero Adamantina (SP)

    Teores anômalos de nitrato nas águas subterrâneas foram detectados em vários poços cacimba e tubulares no Aqüífero Adamantina, no município de Urânia (SP), a exemplo de inúmeras outras cidades do interior paulista. Hoje este aqüífero é o mais importante e intensivamente explorado no Estado. O objetivo principal deste projeto consiste em definir o impacto do nitrato proveniente de uma fossa negra nas zonas não-saturada e saturada de um aqüífero, através do acompanhamento hidrogeoquímico dos íons maiores (incluindo a série nitrogenada), menores e isótopos estáveis na água (15NNO3, 18ONO3, 18OH2O e 2HH2O) e em gases (13CCO2 e 18OO2). Para a execução deste trabalho, uma estação experimental, constituída de um poço cacimba revestido com 11,20m de profundidade, foi construída ao lado de uma fossa negra desativada desde 2002. Foram instalados ao longo de sua parede até a zona saturada, 12 tensiômetros e 12 lisímetros de sucção (0,5 a 9,0m), para o monitoramento diário dos processos hidráulicos e da qualidade da água infiltrada. As atividades deste projeto consistirão no monitoramento destes equipamentos, coleta e análise de água e gases periodicamente, bem como a modelação de fluxo, transporte e hidrogeoquímica das zonas não-saturada e saturada.

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  • 01/01/07

    Hidrogeoquímica dos Aquíferos Tubarão, Cristalino e do Manto de Intemperismo na Região de Salto e Indaiatuba (SP)

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de Hidrogeologia e Recursos Minerais pelo Instituto de Geociências - USP, sob orientação do Prof. Dr. Raphael Hypolito. O Projeto de Pesquisa visa o estudo hidrogeoquímico dos Sistemas Aquíferos Tubarão (granular, sedimentar) e Cristalino (granítico, fissural) e do Manto de Intempersimo (granular) no Município de Salto e porção sul de Indaiatuba. Tem como objetivo avaliar os processos da interação água-solo-rocha e mecanismos que controlam o comportamento de contaminantes, naturais ou de origem antropogênica, e que interferem na composição química das águas. Na região foram constatados elevados teores de fluoreto e total de sólidos dissolvidos nas águas, restringindo seu uso potencial. O consumo contínuo de águas contendo fluoreto em concentrações acima de 1,5 mg/L pode acarretar problemas de saúde como a fluorose. A presença de águas salobras com teores acima de 1000 mg/L de sólidos totais dissolvidos pode acarretar sabor desconfortável para consumo humano, além de problemas de incrustação em tubulações. Para caracterização da ocorrência destas anomalias geoquímicas e de fontes potenciais de contaminação foram amostradas águas de 23 poços cacimba, 35 poços tubulares profundos, além de águas superficiais, para análises físico-químicas. Foram também coletadas amostras de rocha, solo e sedimento de corrente para caracterização química. O estudo integrado dos sistemas aquíferos e recursos hídricos superficiais associados ao uso e ocupação do solo em unidades de gerenciamento como a micro-bacia permitirão definir a origem de fontes potenciais de contaminação que deverão ser monitoradas visando maior controle e adequação da disposição/lançamento de resíduos para o meio. Além disso, permitirá estabelecer um zoneamento das áreas mais prováveis de ocorrência do flúor nas águas e, consequentemente, a definição de áreas potenciais de restrição e controle na captação e uso das águas subterrâneas, em função das características naturais das águas profundas e à susceptibilidade das águas subterrâneas rasas.

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  • 12/10/06

    Identificação de Áreas Potenciais de Restrição e Controle de Captação e Uso das Águas Subterrâneas na Porção Sul da UGHRI 05 – Projeto “ARC-TUB1”

    A região de Indaiatuba apresenta crescente demanda por água subterrânea, decorrente do crescimento populacional, da expansão industrial e da ampliação do mercado imobiliário com seus inúmeros loteamentos urbanos. Municípios como Elias Fausto e Rafard são totalmente dependentes da água subterrânea, em especial do Aqüífero Tubarão, para o abastecimento público. Em Capivari, a água subterrânea também tem participação significativa no abastecimento da população. Há conhecimento sobre problemas existentes de rebaixamento do nível d’água ou de qualidade de água. Um exemplo é encontrado nos municípios de Capivari e Rafard. Este cenário aponta para a necessidade de estudos hidrogeológicos que sirvam de base para a identificação de áreas críticas que necessitem de instrumentos e ações visando a proteção das águas subterrâneas de forma a garantir seu uso pelas gerações futuras. O conhecimento do comportamento dos aqüíferos Tubarão e Cristalino nestas regiões também permitirá o planejamento para o uso racional, a proteção de áreas de recarga e a identificação de áreas críticas em relação à qualidade da água subterrânea. O objetivo principal do Projeto é a identificação de Áreas Potenciais de Restrição e Controle (ARC-PO’s), de acordo com a Resolução CRH nº52, de 15/04/05, que indiquem super-exploração ou atividades com potencial de contaminação de solos e águas subterrâneas na região a sul do Município de Campinas, entre Indaiatuba e Capivari, na UGRHI-5.

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  • 01/05/05

    FRATASG I – A Formação Serra Geral Como Conexão Hidráulica entre o Sistema Aqüífero Guarani e a Superfície: Análise Estrutural e Ensaios In Situ

    Há evidências de que existe recarga vertical do Sistema Aqüífero Guarani (SAG), através de fraturas que cortam os basaltos da Formação Serra Geral, em uma faixa próxima da área de afloramento da Formação Botucatu. Nesta faixa e seus arredores existem grandes centros econômicos, no Estado de São Paulo, abastecidos integral ou parcialmente pelo SAG, que ameaçam este aqüífero tanto em termos de quantidade como de qualidade. Desta forma, este projeto tem como objetivo identificar e caracterizar os parâmetros hidráulicos (K e T) dos caminhos preferenciais de circulação da água subterrânea através dos basaltos, os quais estabelecem a conexão do SAG com a superfície do terreno. A abordagem metodológica é inovadora pelo fato de propor o uso integrado de técnicas tais como: o estudo detalhado de estruturas tectônicas rúpteis, técnicas modernas de geofísica de poço, e análise de elementos traços presentes na água subterrânea. Estes métodos, aliados a ensaios hidráulicos e outras análises hidrogeoquímicas e isotópicas, resultarão na proposição de modelos conceituais de circulação de água subterrânea na Formação Serra Geral e SAG. Os resultados a serem atingidos deverão constituir inovações metodológicas para o estudo de aqüíferos fraturados, de um modo geral, e também apresentarão informações de fundamental importância para dimensionar a recarga e as medidas necessárias à proteção do SAG.

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  • 12/01/05

    Sistema integrador de informações geoambientais para o litoral do Estado de São Paulo, aplicado ao  gerenciamento costeiro – Projeto SIIGAL

    O Projeto SIIGAL – Sistema Integrador de Informações Geoambientais para o Litoral do Estado de São Paulo, Aplicado ao Gerenciamento Costeiro (Proc. FAPESP 1998/14277-2, Programa de Políticas Públicas) é um sistema geográfico de informações geoambientais especialista, desenvolvido pelo Instituto Geológico em parceria com as seguintes instituições: Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Educação Ambiental-SMA (responsável pelo Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro), USP (Instituto de Geociências), a UNESP (Instituto de Geociências e Ciências Exatas – Rio Claro, Faculdade de Ciências e Tecnologia – Presidente Prudente e Instituto de Engenharia – Guaratinguetá), Instituto de Botânica-SMA, CETESB e Geojá Geoprocessamento Ltda. O SIIGAL apresenta diversos estudos envolvendo diagnósticos e prognósticos sobre os geossistemas costeiros, baseados no modelo de gerenciamento integrado da zona costeira denominado Pressão-Mudança-Impacto-Resposta. Os diagnósticos e prognósticos foram elaborados em escala de 1:50.000 e integrados num modelo arquitetônico constituído de três níveis hierárquicos: Produtos Básicos (diagnósticos), Produtos Intermediários e Produtos Finais (ambos prognósticos). Essa organização e a inserção, no módulo de Produtos Básicos, de todos os atributos de classificação utilizados na elaboração dos demais produtos, permitiram a automatização destes através de modelagens específicas. Com isso, qualquer atualização é facilmente obtida, a partir de alterações apenas nos Produtos Básicos. Tudo isso faz do SIIGAL um sistema especialista e um importante suporte ao Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro. Para a integração dos dados geoambientais foi adotado um procedimento analítico, a partir do qual várias informações previamente levantadas sobre os geossistemas costeiros foram conjugadas em células cartográficas básicas denominadas “unidades de gerenciamento de informações geoambientais”. Essas informações compreendem atributos dos meios físico (geologia, geomorfologia, clima, bacias hidrográficas), biótico (vegetação e estados de alteração) e antrópico (uso e ocupação do solo e legislação ambiental de uso e ocupação do solo). Isso torna o SIIGAL um sistema de suporte a decisões, essencial para as políticas públicas. Os Produtos Básicos, que compreendem produtos cartográficos e seus bancos de dados relacionais, são os mapas de: Caracterização de Bacias Hidrográficas e Praias, Compartimentação Fisiográfica, Unidades Climáticas, Vegetação e Estados de Alteração, Uso e Ocupação do Solo, Legislação Ambiental de Uso e Ocupação do Solo, Processos Erosivos Costeiros, Inventário e Tempos de Retorno de Eventos de Inundação, Enchente e Alagamento, Inventário de Eventos de Movimentos de Massa, Fontes de Poluição Ambiental e Cadastro de Áreas Mineradas. Os Produtos Intermediários envolvem cartas de Risco a Erosão Costeira, Inundação/Enchente/Alagamento, Movimentos de Massa e Poluição Ambiental, e cartas de Potencial de Uso de Recursos Minerais, Recursos Hídricos e Produtos Vegetais para Manejo. Os Produtos Finais correspondem às cartas de: Aptidão de Uso e Ocupação do Solo, Áreas Degradadas, Áreas de Conflito de Uso e Ocupação do Solo e Qualidade Geoambiental. As modelagens dos produtos intermediários e finais foram efetuadas levando-se em consideração as características geoambientais de todo o litoral paulista. Entretanto, para a implementação e testes do sistema foi escolhida uma área piloto, que compreende os quatro municípios do setor costeiro Litoral Norte (São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba). Os modelos obtidos no SIIGAL podem ser facilmente aplicados em outras zonas costeiras do Brasil ou do mundo.

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  • 09/01/05

    Mapa hidrogeológico do Estado de São Paulo (1:1.000.000)

    Desde a década de 80 já existia uma série de dados cadastrais de poços tubulares profundos que foram levantados e sistematizados por técnicos do DAEE, pelo desenvolvimento do Projeto Estudo de Águas Subterrâneas. Em 1982, face ao grande volume de dados, foi proposta pelo geólogo Gerôncio Rocha do DAEE, uma metodologia para a elaboração da Carta Hidrogeológica do Estado de São Paulo, que norteou a elaboração de vários mapas temáticos que comporiam a referida carta. Em meados da década de 90 o DAEE, juntamente com o IG/SMA, reiniciaram os trabalhos. Em 1998 somaram-se as equipes do IPT e da CPRM. Atualmente o projeto está em fase adiantada de execução e conta com recursos financeiros do Co-Fehidro. O Mapa Hidrogeológico objetiva caracterizar a potencialidade e o modo de ocorrência dos sistemas aqüíferos, de forma a atender as demandas do Estado de São Paulo. A elaboração deste mapa é estabelecida nas atribuições específicas relacionadas no Decreto 32.955/91 que regulamenta a Lei 6.134/88, juntamente com outras atribuições que dispõem sobre os depósitos naturais de águas subterrâneas.

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  • 23/04/04

    Sistema de informação para o gerenciamento ambiental dos recursos hídricos subterrâneos na área de afloramento do Aquífero Guarani

    O Termo de Cooperação Técnica assinado entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e a Secretaria de Meio Ambiente, Saúde Pública e Proteção ao Consumidor do Estado da Baviera (Alemanha) buscou a execução de ações e projetos conjuntos, sendo que a concretização desta cooperação se deu na área de recursos hídricos subterrâneos, mais especificamente, no Aquífero Guarani. Na Fase I desta cooperação técnica, ocorrida entre 1999 e 2001, foi promovida uma discussão entre diversos profissionais ligados à área, sobre o estado atual de conhecimento do Aquífero Guarani, resultando na elaboração da proposta de projeto conjunto entre a SMA/SP e o StMLU/Baviera. O projeto, denominado "Sistema Piloto de Informação para o Gerenciamento Ambiental dos Recursos Hídricos Subterrâneos na Área de Afloramento do Sistema Aquífero Guarani no Estado de São Paulo", teve início em dezembro de 2001 e concretizou a Fase II da cooperação técnica. A área escolhida para o estudo foi o município de Ribeirão Preto devido a importância da água subterrânea para o abastecimento público. Como resultado deste projeto, foi desenvolvido um sistema piloto de informação que reúne os dados espaciais existentes nos diferentes setores/órgãos do sistema de meio ambiente para dar suporte às atividades de proteção do Aqüífero Guarani. A análise das informações obtidas permitiu também recomendar perímetros de proteção de poços e do Aqüífero Guarani, assim como elaborar uma proposta de restrições de atividades a serem aplicadas a estas áreas de proteção. Clique aqui para ver os relatórios

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