http://igeologico.sp.gov.br

Geoprocessamento

  • 30/10/12

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solos dos município de Aparecida, Caçapava, Guaratinguetá, Pindamonhangaba, Redenção da Serra, Roseira, Taubaté, Tremembé e São José do Rio Preto

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solos é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 5ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2010 a 2011, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de nove municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto e Mirassol) e na Região do Vale do Paraíba (Caçapava, Taubaté, Pindamonhangaba, Redenção da Serra, Aparecida, Tremembé, Roseira). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

    Leia mais

  • 01/01/10

    Sistema Gerenciador de Informações sobre Riscos Geológicos no Estado de São Paulo (SGI-RISCO-IG)

    O SISTEMA GERENCIADOR DE INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS NO ESTADO DE SÃO PAULO (SGI-RISCO-IG), conterá o conjunto de dados do Instituto Geológico no Estado de São Paulo referente a mapeamentos de áreas de risco e atendimentos emergenciais das Operações Verão (Planos Preventivos de Defesa Civil). Os serviços e aplicações deverão estar publicados para acesso pela Internet por meio de navegadores WEB de mercado. Este sistema tem por objetivo subsidiar a gestão e tomada de decisões a respeito de desastres naturais e riscos geológico. Constituirá uma poderosa ferramenta de gerenciamento de risco por meio de órgãos estratégicos, como o Instituto Geológico e parceiros (Gabinete do Governo do Estado, Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Casa Militar, Coordenadoria de Planejamento Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria da Habitação, Prefeituras Municipais, Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, entre outras).

    Leia mais

  • 30/04/09

    Padrões, Processos e Fragmentação da Mata Atlântica: Efeitos Climáticos e Antrópicos ao Longo do Holoceno, Região Sul da Grande São Paulo, Brasil

    Mudanças globais atuais envolvem processos complexos, relacionados à ação antrópica no ambiente. A ocupação do espaço, o crescimento populacional, a urbanização e a poluição do meio afetam, cada vez mais, as condições de sustentabilidade dos recursos naturais, a qualidade ambiental e o clima. O presente projeto objetivou estudar os efeitos da ocupação humana na paisagem, procurou delinear as diferentes dinâmicas ocupacionais, em escalas temporais distintas, com a finalidade de entender os processos de interação, fragmentação, impactos ambientais e perda do patrimônio genético da floresta Atlântica. O estudo incluirá os levantamentos de sítios arqueológicos e sua localização na paisagem. Eles são importantes marcadores ambientais, pois guardam informações sobre a composição da paisagem no passado, através de seus constituintes físicos (solo), químicos (elementos geoquímicos) e biológicos (pólens, vestígios faunísticos e florísticos). A comparação dos elementos atuais que compõem a paisagem com os dados arqueológicos possibilitarão avaliar a fragmentação e a perda do patrimônio genético da floresta Atlântica ao longo dos diferentes processos de ocupação, durante os últimos milênios. As atividades elaboradas no período estiveram vinculadas sobretudo à metodologia de estudo em fragmentos da Mata Atlântica na região metropolitana de São Paulo, envolvendo análise de dados espaciais - por meio de técnicas de SIG, GPS e Sensoriamento Remoto - e chuva polínica em áreas de proteção ambiental, situadas no entorno da represa Billings, distribuídas entre os municípios de Diadema, São Bernardo do Campo e São Paulo, delimitadas espacialmente entre as coordenadas 23°54´ e 23°37´S e 46°50’ e 46°29’W com cerca de 1.62 km² de área.

    Leia mais

  • 01/12/08

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Candido Rodrigues, Fernando Prestes, Itanhaém, Jambeiro, Matão, Monte Alto, Mongaguá, Natividade da Serra, Peruíbe

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

    Leia mais

  • Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Araraquara, Bebedouro, Rincão, São Luiz de Paraitinga, Sertãozinho

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

    Leia mais

  • 28/10/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorrega escorregamentos e inundações os municípios de Ilhabela, Paraibuna, Cotia, Poá, Dumont e Jaboticabal

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitati qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 3ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de seis municípios, localizados no Litoral do Estado (Ilhabela), na Região Metropolitana de São Paulo (Cotia, Poá) na Região de Ribeirão Preto (Dumont, Jaboticabal) e na Região do Vale do Paraíba (Paraibuna). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

    Leia mais

  • 16/02/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de São Sebastião, Ubatuba, Piedade, Tapiraí e Franco da Rocha.

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 2ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2005-2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de cinco municípios, localizados no Litoral do Estado (São Sebastião, Ubatuba), na Região de Sorocaba (Piedade, Tapiraí) e na Região Metropolitana de São Paulo (Franco da Rocha). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

    Leia mais

  • 31/05/05

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de Diadema, Rio Grande da Serra, Sorocaba, Votorantim, Mairinque e Alumínio

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de stivas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 1ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2004-2005, o Instituto Geológico identificou áreas de risco em seis municípios, localizados na Região de Sorocaba (Sorocaba, Mairinque, Votorantim, Alumínio) e na Região Metropolitana de São Paulo (Diadema, Rio Grande da Serra). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). Além da apresentação dos resultados na forma de Relatório Técnico, destaca-se a concepção e estruturação de um sistema computacional para visualização e disponibilização de informações, denominado “Map-Risco”. O sistema foi elaborado em ambiente totalmente georeferenciado (com base em tecnologia SIG – Sistemas de Informações Geográficas), e inclui dados cartográficos básicos, mapas interpretativos (zoneamento de risco), produtos de sensoriamento remoto (imagens de satélite e fotografias aéreas) e planos de informação cadastral (malha viária urbana entre outros).

    Leia mais

  • 23/04/04

    Sistema de informação para o gerenciamento ambiental dos recursos hídricos subterrâneos na área de afloramento do Aquífero Guarani

    O Termo de Cooperação Técnica assinado entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e a Secretaria de Meio Ambiente, Saúde Pública e Proteção ao Consumidor do Estado da Baviera (Alemanha) buscou a execução de ações e projetos conjuntos, sendo que a concretização desta cooperação se deu na área de recursos hídricos subterrâneos, mais especificamente, no Aquífero Guarani. Na Fase I desta cooperação técnica, ocorrida entre 1999 e 2001, foi promovida uma discussão entre diversos profissionais ligados à área, sobre o estado atual de conhecimento do Aquífero Guarani, resultando na elaboração da proposta de projeto conjunto entre a SMA/SP e o StMLU/Baviera. O projeto, denominado "Sistema Piloto de Informação para o Gerenciamento Ambiental dos Recursos Hídricos Subterrâneos na Área de Afloramento do Sistema Aquífero Guarani no Estado de São Paulo", teve início em dezembro de 2001 e concretizou a Fase II da cooperação técnica. A área escolhida para o estudo foi o município de Ribeirão Preto devido a importância da água subterrânea para o abastecimento público. Como resultado deste projeto, foi desenvolvido um sistema piloto de informação que reúne os dados espaciais existentes nos diferentes setores/órgãos do sistema de meio ambiente para dar suporte às atividades de proteção do Aqüífero Guarani. A análise das informações obtidas permitiu também recomendar perímetros de proteção de poços e do Aqüífero Guarani, assim como elaborar uma proposta de restrições de atividades a serem aplicadas a estas áreas de proteção. Clique aqui para ver os relatórios

    Leia mais

  • 01/03/04

    Diretrizes para a regeneração sócio-ambiental de áreas degradadas por mineração de saibro (caixas de empréstimo), Ubatuba, SP

    A explotação de saibro e produtos associados (rocha para cantaria e ornamental) no município de Ubatuba foi realizada, nas últimas quatro décadas, geralmente de uma forma desordenada e sem compromisso com a correta finalização da lavra e recuperação ambiental. A ação fiscalizadora do poder público, a partir da década de 1980, foi capaz de limitar quase que completamente esse tipo de lavra, porém não conseguiu sucesso na promoção da recuperação ambiental de dezenas de áreas degradadas. O projeto irá contribuir para o alcance dos objetivos gerais de promover a regeneração sócio-ambiental de áreas degradadas pela mineração de saibro em Ubatuba; diminuir os riscos à segurança pública relacionados a processos de movimentos gravitacionais de massa nas áreas de mineração de saibro em Ubatuba; promover o ordenamento e racionalização da exploração de saibro no município, compatibilizando este com outros usos do solo e capacitar a Prefeitura de Ubatuba no trato da questão de mineração e seus impactos ambientais. O parceiro beneficiário direto do projeto é a prefeitura de Ubatuba, no entanto vários setores sociais também serão beneficiados: Ministério Público, CETESB, DEPRN, Polícia Militar Ambiental, Instituto Florestal, Proprietários do solo, ONG´s, CEDEC (Defesa Civil), Empreendedores da área de mineração, Empresas de consultoria, DNPM, CPLEA, Comitê de Bacia.

    Leia mais