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Geomorfologia

  • 01/03/12

    Levantamentos e estudos para a caracterização dos terrenos cársticos e a proteção de cavernas do PETAR

    Título: Levantamentos e estudos para a caracterização dos terrenos cársticos e a proteção de cavernas do PETAR Coordenador: José Antonio Ferrari Equipe: Silvio T. Hiruma, Marcio D. Felix Período:  1/3/2012 – 1/3/2015 Descrição: A integridade de qualquer sistema cárstico depende da interação entre solo, relevo, vegetação e água; qualquer interferência nesta relação pode causar impactos indesejáveis e […]

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  • 08/01/10

    Monumento Geológico da Pedra do Baú, São Bento do Sapucaí – SP

    Título: Monumento Geológico da Pedra do Baú, São Bento do Sapucaí – SP Coordenadores: Silvio Takashi Hiruma/ Antônio Luiz Teixeira Equipe: Silvio Takashi Hiruma/ Antônio Luiz Teixeira Período: 8/1/2010 – 10/30/2011 Descrição:  A Pedra do Baú, situada no Município de São Bento do Sapucaí (SP), na borda sudoeste do Planalto de Campos do Jordão, é uma imponente feição […]

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  • 01/07/09

    A dinâmica da drenagem subterrânea nos planaltos cársticos do Rio Betari, Vale do Ribeira – SP

    Os mecanismos de gênese e desenvolvimento de aqüíferos cársticos levam à formação de meios altamente descontínuos e heterogêneos. Nestes meios, a modelagem hidrológica baseada na noção de volume elementar representativo não pode ser utilizada. No entanto, a descarga destes aqüíferos costuma concentrar-se numa única ressurgência, característica que tem estimulado o uso da análise de sistemas para entender suas propriedades. O princípio da técnica é considerar o aqüífero como um filtro que transforma um sinal de entrada (precipitação) num sinal de saída (débito). Portanto, o grau de transformação do sinal de entrada fornece informações a respeito da natureza do fluxo no sistema. Nesta análise, variáveis relacionadas ao relevo da zona de recarga e ao arranjo espacial da drenagem subterrânea também devem ser consideradas. Nesta pesquisa pretende-se monitorar simultaneamente alguns aqüíferos cársticos do Vale do Ribeira, para compreender como os diferentes componentes do sistema interferem na hidrodinâmica e no fluxo de matéria registrados em nascentes. Para proceder a análise comparada serão realizados: (a) monitoramento dos débitos e do fluxo de matéria nas fontes cársticas; (b) monitoramento das precipitações nas zonas de recarga; (c) testes com traçadores para identificar a geometria e caracterizar o transporte nas rotas de fluxo; (d) análise geomorfológica das zonas de recarga. Um monitoramento para caracterizar a dinâmica da infiltração no epicarste da zona de recarga será realizado em um dos sistemas. Ferramentas para a análise espectral serão utilizadas para a caracterização hidrológica dos sistemas e para quantificar as diversas relações impulso-resposta. A estimativa de parâmetros hidráulicos nos testes com traçadores será obtida pelo método dos momentos. Esta pesquisa fornecerá parâmetros fundamentais para o desenvolvimento sustentado de aqüíferos cársticos e para o manejo de áreas de conservação.

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  • 01/12/08

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Araraquara, Bebedouro, Rincão, São Luiz de Paraitinga, Sertãozinho

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Candido Rodrigues, Fernando Prestes, Itanhaém, Jambeiro, Matão, Monte Alto, Mongaguá, Natividade da Serra, Peruíbe

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 05/11/07

    Morfotectônica e evolução cenozóica do Planalto da Bocaina

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de Geoquímica e Geotectônica pelo Instituto de Geociências - USP, sob orientação do Prof. Dr.Claudio Riccomini. O objetivo do projeto é definir o quadro neotectônico e a evolução geológica e geomorfologica do planalto da Bocaina. Com altitudes superiores a 2000 m, os altos blocos de planaltos cristalinos da região da Bocaina e de Campos do Jordão são áreas-chave para o entendimento da evolução geomorfológica e geológica do Brasil de Sudeste durante o Cenozóico. A metodologia integra análises geomorfológicas, estruturais e termocronológicas procurando estabelecer a cronologia dos regimes de esforços tectônicos e dos processos de soerguimento e denudação que atuaram na configuração dos planaltos isolados da Bocaina.

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  • 28/10/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorrega escorregamentos e inundações os municípios de Ilhabela, Paraibuna, Cotia, Poá, Dumont e Jaboticabal

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitati qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 3ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de seis municípios, localizados no Litoral do Estado (Ilhabela), na Região Metropolitana de São Paulo (Cotia, Poá) na Região de Ribeirão Preto (Dumont, Jaboticabal) e na Região do Vale do Paraíba (Paraibuna). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/01/06

    Geoquímica de isótopos estáveis (O e C) e microestratigrafia de estalagmites aplicadas aos estudos paleoclimáticos do Holoceno no Brasil

    Investigação de variações paleoclimáticas do Holoceno ao presente em áreas situadas no domínio do sistema climático da Monção Sul-Americana de verão e em regiões afetadas diretamente pelo deslocamento anual da Zona de Convergência Intertropical no Brasil, a partir da variação da espessura de laminações e razões isotópicas O e C em amostras de estalagmites datadas pela geocronologia U/Th.

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  • 07/01/06

    Publicação em mídia eletrônica das sondagens geológicas executadas pelo Instituto Geológico (SMA/SP)

    Recuperação de informações geológicas de sondagens realizadas pelo Instituto Geológico, em maior grau possível, e desenvolver materiais destinados à atividade de divulgação científica destes dados, com o desenvolvimento de material em mídia eletrônica e divulgação através da criação de um banco de dados e disponibilização total de forma digital em formato SIG (Sistema de Informações Geográficas)

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  • 04/01/06

    O manto de intemperismo e os níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão: correlações e implicações na evolução da paisagem

    O projeto tem por objetivo estudar os perfis completos de alteração in situ das rochas(saprólito) nos níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão, entre o morro do Itapeva e o vale do Capivarí. Inicialmente serão feitas sondagens exploratórias com utilização de métodos geofísicos (sondagens elétricas verticais e caminhamento elétrico), para um primeiro reconhecimento da profundidade do saprólito e da zona de transição saprólito/rocha sã. Com base nos dados fornecidos pelas sondagens geofísicas serão escolhidos sítios representativos para sondagens mecânicas, com a finalidade de obter testemunhos indeformados do perfil de alteração completo (solo, rocha intemperizada e topo da rocha sã). A etapa final consistirá na análise textural, mineralógica e micromorfológica das amostras colhidas nos perfis-tipo de cada um dos níveis topográficos, para caracterização dos materiais intemperizados em toda a sua espessura. Os resultados do projeto devem contribuir para esclarecer a gênese e evolução do manto de intemperismo e para determinar a influência dos fatores clima, relevo e estabilidade tectônica neste processo. Serão portanto importantes para completar o conhecimento da evolução do relevo do planalto e das terras altas do Brasil tropical.

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