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Geologia de Engenharia e Ambiental

  • 30/10/13

    Aplicação de Geotecnologias na Orientação do Uso da Terra com Base nos Impactos das Mudanças Climáticas Globais: Sub-bacias Hidrográficas Litorâneas do Estado de SP e do Estado do RJ (FAPESP-FAPERJ)

    Título: Aplicação de Geotecnologias na Orientação do Uso da Terra com Base nos Impactos das Mudanças Climáticas Globais: Sub-bacias Hidrográficas Litorâneas do Estado de SP e do Estado do RJ (FAPESP-FAPERJ). Coordenador(es): Gilberto Pessanha Ribeiro – RJ; Celia Regina de Gouveia Souza – SP Equipe: Período: à 30/10/2013 Descrição: O projeto consiste na aplicação de geotecnologias na avaliação e orientação […]

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  • 02/09/13

    Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamentos, Inundações e Erosão do Município de Campos do Jordão (SP)

    Título Projeto: Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamentos, Inundações e Erosão do Município de Campos do Jordão (SP) Coordenador: Eduardo de Andrade (Instituto Geológico/SMA) Programa: Geotecnia e Meio Ambiente Equipe: Antonio Carlos Moretti Guedes, Cláudio José Ferreira, Daniela Gírio Marchiori Faria, Denise Rossini Penteado, Eduardo de Andrade, Eduardo Schmid Braga, Francisco de Assis Negri, Francisneide Soares Ribeiro, Jair […]

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  • 01/05/13

    Estudo de campos experimentais de monitoramento de variáveis climáticas e geotécnicas para implantação de sistemas de alerta para escorregamentos no Estado de São Paulo

    Título Projeto: Estudo de campos experimentais de monitoramento de variáveis climáticas e geotécnicas para implantação de sistemas de alerta para escorregamentos no Estado de São Paulo. Coordenador: Rodolfo Moreda Mendes Programa: Geotecnia e Meio Ambiente Equipe: Rodolfo Moreda Mendes (Coordenador), Jair Santoro, Daniela G. M. Faria Período: até maio de 2014 Descrição: O estudo pretende […]

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  • 30/10/12

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solos dos município de Aparecida, Caçapava, Guaratinguetá, Pindamonhangaba, Redenção da Serra, Roseira, Taubaté, Tremembé e São José do Rio Preto

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos, inundações, erosão e colapso de solos é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 5ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2010 a 2011, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de nove municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto e Mirassol) e na Região do Vale do Paraíba (Caçapava, Taubaté, Pindamonhangaba, Redenção da Serra, Aparecida, Tremembé, Roseira). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 01/12/11

    Sistema Gerenciador de Informações sobre Riscos Geológicos no Estado de São Paulo (SGI-RISCO-IG)

    O SISTEMA GERENCIADOR DE INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS NO ESTADO DE SÃO PAULO (SGI-RISCO-IG), conterá o conjunto de dados do Instituto Geológico no Estado de São Paulo referente a mapeamentos de áreas de risco e atendimentos emergenciais das Operações Verão (Planos Preventivos de Defesa Civil). Os serviços e aplicações deverão estar publicados para acesso pela Internet por meio de navegadores WEB de mercado. Este sistema tem por objetivo subsidiar a gestão e tomada de decisões a respeito de desastres naturais e riscos geológico. Constituirá uma poderosa ferramenta de gerenciamento de risco por meio de órgãos estratégicos, como o Instituto Geológico e parceiros (Gabinete do Governo do Estado, Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Casa Militar, Coordenadoria de Planejamento Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria da Habitação, Prefeituras Municipais, Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, entre outras).

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  • 14/03/11

    Biogeografia de Costões Rochosas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo

    Título: Biogeografia de Costões Rochosas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo Coordenador: Celia Regina de Gouveia Souza Equipe: Período: Descrição: No Brasil, os costões rochosos são estruturados de diversas maneiras, podendo ser formados por paredões verticais a suavemente inclinados e bastante uniformes, que se estendem muitos metros acima e abaixo da superfície do mar, ou por matacões […]

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  • 14/03/10

    Monitoramento do Perfil Praial para Avaliação de Impactos das Obras de Dragagem do Porto de Santos (Sub-Projeto do Projeto de Monitoramento da Erosão Costeira no Estado de São Paulo)

    Título: Monitoramento do Perfil Praial para Avaliação de Impactos das Obras de Dragagem do Porto de Santos (Sub-Projeto do Projeto de Monitoramento da Erosão Costeira no Estado de São Paulo) Coordenador: Celia Regina de Gouveia Souza Equipe: Período: Descrição: Atividades de dragagem para aprofundamento e alargamento de um canal de navegação de um porto podem desequilibrar os processos […]

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  • 01/03/09

    Caracterização Ambiental Integrada, Risco Ecológico e Sustentabilidade Ambiental dos Micro-Biomas Remanescentes de Planície Costeira e Baixa Encosta no Município de Bertioga (SP)

    Este projeto de pequisa pretende realizar uma análise ambiental integrada da paisagem na região de Bertioga (SP), sob a perspectiva da Avaliação de Risco Ecológico (ARE) dos micro-biomas remanescentes na planície costeira e baixa encosta. Para tanto serão obtidos, analisados e integrados atributos dos componentes abióticos (hidroclimatológicos, hídricos superficiais e subterrâneos, geológicos, geomorfológicos, solos), bióticos (vegetação, fauna) e sócio-econômiocs (uso e ocupação do solo, paisagem cênica) dos ecossistemas costeiros. A finalidade será avaliar a sustentabilidade ambiental desses micro-biomas e fornecer elementos teóricos e práticos para conservar, proteger, reparar e/ou desenvolver sustentavelmente os ambientes costeiros. Além do aprimoramento da abordagem metodológica para ARE existente na literatura, os resultados apresentados na forma de mapas (diagnósticos) e cartas (prognósticos) temáticas em um sistema de informação geográfica, permitirão utilização acadêmica e aplicações no planejamento territorial municipal e nos instrumentos do Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro.

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  • 01/12/08

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Araraquara, Bebedouro, Rincão, São Luiz de Paraitinga, Sertãozinho

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Candido Rodrigues, Fernando Prestes, Itanhaém, Jambeiro, Matão, Monte Alto, Mongaguá, Natividade da Serra, Peruíbe

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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