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Climatologia

  • 01/07/09

    A dinâmica da drenagem subterrânea nos planaltos cársticos do Rio Betari, Vale do Ribeira – SP

    Os mecanismos de gênese e desenvolvimento de aqüíferos cársticos levam à formação de meios altamente descontínuos e heterogêneos. Nestes meios, a modelagem hidrológica baseada na noção de volume elementar representativo não pode ser utilizada. No entanto, a descarga destes aqüíferos costuma concentrar-se numa única ressurgência, característica que tem estimulado o uso da análise de sistemas para entender suas propriedades. O princípio da técnica é considerar o aqüífero como um filtro que transforma um sinal de entrada (precipitação) num sinal de saída (débito). Portanto, o grau de transformação do sinal de entrada fornece informações a respeito da natureza do fluxo no sistema. Nesta análise, variáveis relacionadas ao relevo da zona de recarga e ao arranjo espacial da drenagem subterrânea também devem ser consideradas. Nesta pesquisa pretende-se monitorar simultaneamente alguns aqüíferos cársticos do Vale do Ribeira, para compreender como os diferentes componentes do sistema interferem na hidrodinâmica e no fluxo de matéria registrados em nascentes. Para proceder a análise comparada serão realizados: (a) monitoramento dos débitos e do fluxo de matéria nas fontes cársticas; (b) monitoramento das precipitações nas zonas de recarga; (c) testes com traçadores para identificar a geometria e caracterizar o transporte nas rotas de fluxo; (d) análise geomorfológica das zonas de recarga. Um monitoramento para caracterizar a dinâmica da infiltração no epicarste da zona de recarga será realizado em um dos sistemas. Ferramentas para a análise espectral serão utilizadas para a caracterização hidrológica dos sistemas e para quantificar as diversas relações impulso-resposta. A estimativa de parâmetros hidráulicos nos testes com traçadores será obtida pelo método dos momentos. Esta pesquisa fornecerá parâmetros fundamentais para o desenvolvimento sustentado de aqüíferos cársticos e para o manejo de áreas de conservação.

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  • 25/06/09

    Estudos Históricos de Eventos Climáticos Extremos na Baixada Santista – SP

    Para o entendimento da realidade climática de cada espaço, é importante que se compreenda a inter-relação dos diversos componentes do clima ao longo do tempo, sua intensidade, periodicidade, variabilidade e extremos, bem como sua inter-relação com as características topográficas. Para tanto se torna de grande importância a obtenção de dados climáticos. Entretanto, nem sempre isso é possível, seja pela inexistência de postos de observação, seja pela curta série de dados disponível. A região da Baixada Santista, local de grandes preocupações ambientais, tanto para o poder público e industrial quanto para a população que ali vive, é um exemplo de carência de conhecimento climático pretérito. Não é possível afirmar que os fatos climáticos atuais, em termos de quantidade, intensidade, freqüência, sejam os mesmos que ocorriam no passado ou se estão em um processo de intensificação ou redução, fato esse que interessa aos estudos climatológicos em si e a estudos de mudanças climáticas em última instância. Uma alternativa para essa questão é o levantamento de dados proxi ou dados indiretos. Esses dados encontram-se disponíveis em jornais, coleções fotográficas e publicações diversas, em arquivos públicos e privados e através deles, pode-se inferir sobre o nível de gravidade da ocorrência de eventos climáticos intensos. Esses dados indiretos podem indicar o que ocorreu após tempestades, ventanias, precipitação intensa e contínua, entre outros, tais como escorregamentos, desmoronamentos, corridas de lama, queda de blocos de rocha, inundações, alagamentos, etc. O conhecimento desses eventos, visto a destruição da infra-estrutura urbana, prejuízos materiais, grande número de desabrigados, doenças e mortes que provocam, são de enorme importância no gerenciamento ambiental. O objetivo da pesquisa é oferecer um conhecimento quantitativo, qualitativo e temporal de eventos climáticos agressivos e extremos da Baixada Santista, de modo a subsidiar os trabalhos de atendimento à população da Baixada Santista, desenvolvidos anualmente pelo PPDC - Plano Preventivo de Defesa Civil, do qual o Instituto Geológico é parte integrante. Como objetivo secundário propõe-se realizar um estudo comparativo dos dados de parâmetros climáticos existentes para a cidade de Santos nos Boletins Meteorológicos editados pela Comissão Geográfica e Geológica e pelo Instituto Geográfico e Geológico, na busca de períodos, nos quais eventos extremos possam ter ocorrido.

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  • 01/12/08

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Araraquara, Bebedouro, Rincão, São Luiz de Paraitinga, Sertãozinho

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Candido Rodrigues, Fernando Prestes, Itanhaém, Jambeiro, Matão, Monte Alto, Mongaguá, Natividade da Serra, Peruíbe

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 28/10/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorrega escorregamentos e inundações os municípios de Ilhabela, Paraibuna, Cotia, Poá, Dumont e Jaboticabal

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitati qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 3ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de seis municípios, localizados no Litoral do Estado (Ilhabela), na Região Metropolitana de São Paulo (Cotia, Poá) na Região de Ribeirão Preto (Dumont, Jaboticabal) e na Região do Vale do Paraíba (Paraibuna). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 16/02/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de São Sebastião, Ubatuba, Piedade, Tapiraí e Franco da Rocha.

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 2ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2005-2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de cinco municípios, localizados no Litoral do Estado (São Sebastião, Ubatuba), na Região de Sorocaba (Piedade, Tapiraí) e na Região Metropolitana de São Paulo (Franco da Rocha). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 02/01/06

    Ritmo climático e risco socioambiental: estudo geográfico do clima aplicado à prevenção de desastres em Ubatuba-SP

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de Geografia, sob orientação do Prof. Dr. Francisco Assis Mendonça (UFPR). O estudo trata da problemática dos desastres naturais no município de Ubatuba-SP, associando a análise do ritmo e das mudanças climáticas à vulnerabilidade e risco socioambiental. Parte-se de séries históricas de dados climáticos e observações de campo, para a análise rítmica e a proposição de mapeamento climatológico, aliando a concepção geossistêmica à aplicação de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento. Propõe-se definir indicadores climáticos para a caracterização espacial do fenômeno e suas repercussões no território, quanto à probabilidade de risco associado à chuva e suas conseqüências nas áreas de ocupação humana.

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  • 31/05/05

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de Diadema, Rio Grande da Serra, Sorocaba, Votorantim, Mairinque e Alumínio

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de stivas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 1ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2004-2005, o Instituto Geológico identificou áreas de risco em seis municípios, localizados na Região de Sorocaba (Sorocaba, Mairinque, Votorantim, Alumínio) e na Região Metropolitana de São Paulo (Diadema, Rio Grande da Serra). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). Além da apresentação dos resultados na forma de Relatório Técnico, destaca-se a concepção e estruturação de um sistema computacional para visualização e disponibilização de informações, denominado “Map-Risco”. O sistema foi elaborado em ambiente totalmente georeferenciado (com base em tecnologia SIG – Sistemas de Informações Geográficas), e inclui dados cartográficos básicos, mapas interpretativos (zoneamento de risco), produtos de sensoriamento remoto (imagens de satélite e fotografias aéreas) e planos de informação cadastral (malha viária urbana entre outros).

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  • 12/01/05

    Sistema integrador de informações geoambientais para o litoral do Estado de São Paulo, aplicado ao  gerenciamento costeiro – Projeto SIIGAL

    O Projeto SIIGAL – Sistema Integrador de Informações Geoambientais para o Litoral do Estado de São Paulo, Aplicado ao Gerenciamento Costeiro (Proc. FAPESP 1998/14277-2, Programa de Políticas Públicas) é um sistema geográfico de informações geoambientais especialista, desenvolvido pelo Instituto Geológico em parceria com as seguintes instituições: Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Educação Ambiental-SMA (responsável pelo Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro), USP (Instituto de Geociências), a UNESP (Instituto de Geociências e Ciências Exatas – Rio Claro, Faculdade de Ciências e Tecnologia – Presidente Prudente e Instituto de Engenharia – Guaratinguetá), Instituto de Botânica-SMA, CETESB e Geojá Geoprocessamento Ltda. O SIIGAL apresenta diversos estudos envolvendo diagnósticos e prognósticos sobre os geossistemas costeiros, baseados no modelo de gerenciamento integrado da zona costeira denominado Pressão-Mudança-Impacto-Resposta. Os diagnósticos e prognósticos foram elaborados em escala de 1:50.000 e integrados num modelo arquitetônico constituído de três níveis hierárquicos: Produtos Básicos (diagnósticos), Produtos Intermediários e Produtos Finais (ambos prognósticos). Essa organização e a inserção, no módulo de Produtos Básicos, de todos os atributos de classificação utilizados na elaboração dos demais produtos, permitiram a automatização destes através de modelagens específicas. Com isso, qualquer atualização é facilmente obtida, a partir de alterações apenas nos Produtos Básicos. Tudo isso faz do SIIGAL um sistema especialista e um importante suporte ao Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro. Para a integração dos dados geoambientais foi adotado um procedimento analítico, a partir do qual várias informações previamente levantadas sobre os geossistemas costeiros foram conjugadas em células cartográficas básicas denominadas “unidades de gerenciamento de informações geoambientais”. Essas informações compreendem atributos dos meios físico (geologia, geomorfologia, clima, bacias hidrográficas), biótico (vegetação e estados de alteração) e antrópico (uso e ocupação do solo e legislação ambiental de uso e ocupação do solo). Isso torna o SIIGAL um sistema de suporte a decisões, essencial para as políticas públicas. Os Produtos Básicos, que compreendem produtos cartográficos e seus bancos de dados relacionais, são os mapas de: Caracterização de Bacias Hidrográficas e Praias, Compartimentação Fisiográfica, Unidades Climáticas, Vegetação e Estados de Alteração, Uso e Ocupação do Solo, Legislação Ambiental de Uso e Ocupação do Solo, Processos Erosivos Costeiros, Inventário e Tempos de Retorno de Eventos de Inundação, Enchente e Alagamento, Inventário de Eventos de Movimentos de Massa, Fontes de Poluição Ambiental e Cadastro de Áreas Mineradas. Os Produtos Intermediários envolvem cartas de Risco a Erosão Costeira, Inundação/Enchente/Alagamento, Movimentos de Massa e Poluição Ambiental, e cartas de Potencial de Uso de Recursos Minerais, Recursos Hídricos e Produtos Vegetais para Manejo. Os Produtos Finais correspondem às cartas de: Aptidão de Uso e Ocupação do Solo, Áreas Degradadas, Áreas de Conflito de Uso e Ocupação do Solo e Qualidade Geoambiental. As modelagens dos produtos intermediários e finais foram efetuadas levando-se em consideração as características geoambientais de todo o litoral paulista. Entretanto, para a implementação e testes do sistema foi escolhida uma área piloto, que compreende os quatro municípios do setor costeiro Litoral Norte (São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba). Os modelos obtidos no SIIGAL podem ser facilmente aplicados em outras zonas costeiras do Brasil ou do mundo.

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  • 08/01/05

    Microclimas em uma bacia hidrográfica: tentativa de compreensão tridimensional dos ritmos da atmosfera na bacia B do Núcleo Cunha do Instituto Florestal – SMA/SP

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de climatologia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Física do Departamento de Geografia - USP, sob orientação do Prof. Dr. Emerson Galvani. A área de estudo é a bacia B do Núcleo Cunha (SMA) do Parque Estadual da Serra do Mar, uma bacia hidrográfica de primeira ordem coberta por Mata Atlântica, situada no Planalto Atlântico a 15 km da linha de costa, a uma altitude de 1050 metros. Os objetivos deste projeto são: 1) compreender como a atmosfera é transformada pela forma e conteúdo da superfície terrestre; 2) monitorar ao longo de 2 anos a variação vertical (dentro e fora do dossel das árvores) e horizontal da temperatura do ar, umidade relativa, umidade absoluta e temperatura do ponto de orvalho na bacia hidrográfica, correlacionando-as com as características da superfície; 3) estabelecer alguns parâmetros para se modelar a variação vertical e horizontal destes atributos climáticos (equações ortogonais empíricas). Espera-se que os resultados desse projeto demonstrem a importância dos controles climáticos naturais (altitude, relevo, modelado, solos, água no solo, hidrografia, e vegetação) para a definição dos climas do meio tropical úmido. A síntese dos resultados será por meio de um mapeamento das unidades micro e topoclimáticas da bacia hidrográfica em análise.

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