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Análises Geológicas

  • 01/12/08

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Candido Rodrigues, Fernando Prestes, Itanhaém, Jambeiro, Matão, Monte Alto, Mongaguá, Natividade da Serra, Peruíbe

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Araraquara, Bebedouro, Rincão, São Luiz de Paraitinga, Sertãozinho

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 16/02/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de São Sebastião, Ubatuba, Piedade, Tapiraí e Franco da Rocha.

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 2ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2005-2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de cinco municípios, localizados no Litoral do Estado (São Sebastião, Ubatuba), na Região de Sorocaba (Piedade, Tapiraí) e na Região Metropolitana de São Paulo (Franco da Rocha). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 01/03/05

    Estudo das Propriedades Geotécnicas de Solos Não Saturados e suas Correlações com Métodos Geofísicos em Áreas Susceptíveis a Movimentos de Massa

    Projeto de Capacitação - Tese de Doutorado em desenvolvimento na área de Engenharia de Solos (Geotecnia Ambiental) pela POLI/USP. O objetivo do projeto é estudar as propriedades geotécnicas de solos não saturados ocorrentes em áreas suscetíveis a movimentos de massa, com o intuito de estabelecer correlações entre tais propriedades e dados obtidos a partir de utilização de três métodos geofísicos: sísmica de refração, sondagem elétrica e de radar penetrante no solo (GPR). O estudo das propriedades geotécnicas dos solos não saturados será efetuado através de uma abordagem macro e micromorfológica, buscando estabelecer a relação existente entre a água presente nos poros e seus parâmetros de resistência ao cisalhamento. Os procedimentos e técnicas necessários para esse estudo permitirão identificar diferenciações nos horizontes do solo quanto à microestrutura e porosidade e caracterizar seu comportamento físico-hídrico. Espera-se que o estabelecimento das correlações entre tais propriedades e os métodos geofísicos venha contribuir para o melhor entendimento dos agentes e fatores responsáveis pela deflagração dos movimentos de massa. Os resultados desta pesquisa poderão ainda indicar áreas prioritárias para o monitoramento das variáveis climatológicas e geotécnicas, podendo fornecer apreciáveis subsídios para um futuro aperfeiçoamento dos parâmetros técnicos utilizados em Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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