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Projetos

  • 01/03/05

    Carta geomorfológica diagnóstico de Campos do Jordão

    O Planalto de Campos do Jordão esteve exposto, nas últimas décadas, à intensa degradação da paisagem e da natureza, conseqüência do uso inadequado dos espaços naturais e do impacto de uma urbanização mal orientada que levou à ocupação de áreas instáveis. Tais fatos têm especial significado num sistema de paisagem de montanha tropical, caracterizado por estrutura em equilíbrio delicado, extremamente vulnerável ao uso inadequado do solo. O levantamento geológico-geomorfológico de detalhe da área situada ao longo do vale do Capivarí e dados de estudos anteriores permitiram elaborar uma carta geomorfológica diagnóstico. Este documento é uma contribuição pragmática, com subsídios para a ocupação e reordenação do espaço natural e urbano e para a avaliação do risco geomorfológico na área de urbanizaçãomais intensa do planalto.

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  • Estudo das Propriedades Geotécnicas de Solos Não Saturados e suas Correlações com Métodos Geofísicos em Áreas Susceptíveis a Movimentos de Massa

    Projeto de Capacitação - Tese de Doutorado em desenvolvimento na área de Engenharia de Solos (Geotecnia Ambiental) pela POLI/USP. O objetivo do projeto é estudar as propriedades geotécnicas de solos não saturados ocorrentes em áreas suscetíveis a movimentos de massa, com o intuito de estabelecer correlações entre tais propriedades e dados obtidos a partir de utilização de três métodos geofísicos: sísmica de refração, sondagem elétrica e de radar penetrante no solo (GPR). O estudo das propriedades geotécnicas dos solos não saturados será efetuado através de uma abordagem macro e micromorfológica, buscando estabelecer a relação existente entre a água presente nos poros e seus parâmetros de resistência ao cisalhamento. Os procedimentos e técnicas necessários para esse estudo permitirão identificar diferenciações nos horizontes do solo quanto à microestrutura e porosidade e caracterizar seu comportamento físico-hídrico. Espera-se que o estabelecimento das correlações entre tais propriedades e os métodos geofísicos venha contribuir para o melhor entendimento dos agentes e fatores responsáveis pela deflagração dos movimentos de massa. Os resultados desta pesquisa poderão ainda indicar áreas prioritárias para o monitoramento das variáveis climatológicas e geotécnicas, podendo fornecer apreciáveis subsídios para um futuro aperfeiçoamento dos parâmetros técnicos utilizados em Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/01/05

    Sistema integrador de informações geoambientais para o litoral do Estado de São Paulo, aplicado ao  gerenciamento costeiro – Projeto SIIGAL

    O Projeto SIIGAL – Sistema Integrador de Informações Geoambientais para o Litoral do Estado de São Paulo, Aplicado ao Gerenciamento Costeiro (Proc. FAPESP 1998/14277-2, Programa de Políticas Públicas) é um sistema geográfico de informações geoambientais especialista, desenvolvido pelo Instituto Geológico em parceria com as seguintes instituições: Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Educação Ambiental-SMA (responsável pelo Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro), USP (Instituto de Geociências), a UNESP (Instituto de Geociências e Ciências Exatas – Rio Claro, Faculdade de Ciências e Tecnologia – Presidente Prudente e Instituto de Engenharia – Guaratinguetá), Instituto de Botânica-SMA, CETESB e Geojá Geoprocessamento Ltda. O SIIGAL apresenta diversos estudos envolvendo diagnósticos e prognósticos sobre os geossistemas costeiros, baseados no modelo de gerenciamento integrado da zona costeira denominado Pressão-Mudança-Impacto-Resposta. Os diagnósticos e prognósticos foram elaborados em escala de 1:50.000 e integrados num modelo arquitetônico constituído de três níveis hierárquicos: Produtos Básicos (diagnósticos), Produtos Intermediários e Produtos Finais (ambos prognósticos). Essa organização e a inserção, no módulo de Produtos Básicos, de todos os atributos de classificação utilizados na elaboração dos demais produtos, permitiram a automatização destes através de modelagens específicas. Com isso, qualquer atualização é facilmente obtida, a partir de alterações apenas nos Produtos Básicos. Tudo isso faz do SIIGAL um sistema especialista e um importante suporte ao Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro. Para a integração dos dados geoambientais foi adotado um procedimento analítico, a partir do qual várias informações previamente levantadas sobre os geossistemas costeiros foram conjugadas em células cartográficas básicas denominadas “unidades de gerenciamento de informações geoambientais”. Essas informações compreendem atributos dos meios físico (geologia, geomorfologia, clima, bacias hidrográficas), biótico (vegetação e estados de alteração) e antrópico (uso e ocupação do solo e legislação ambiental de uso e ocupação do solo). Isso torna o SIIGAL um sistema de suporte a decisões, essencial para as políticas públicas. Os Produtos Básicos, que compreendem produtos cartográficos e seus bancos de dados relacionais, são os mapas de: Caracterização de Bacias Hidrográficas e Praias, Compartimentação Fisiográfica, Unidades Climáticas, Vegetação e Estados de Alteração, Uso e Ocupação do Solo, Legislação Ambiental de Uso e Ocupação do Solo, Processos Erosivos Costeiros, Inventário e Tempos de Retorno de Eventos de Inundação, Enchente e Alagamento, Inventário de Eventos de Movimentos de Massa, Fontes de Poluição Ambiental e Cadastro de Áreas Mineradas. Os Produtos Intermediários envolvem cartas de Risco a Erosão Costeira, Inundação/Enchente/Alagamento, Movimentos de Massa e Poluição Ambiental, e cartas de Potencial de Uso de Recursos Minerais, Recursos Hídricos e Produtos Vegetais para Manejo. Os Produtos Finais correspondem às cartas de: Aptidão de Uso e Ocupação do Solo, Áreas Degradadas, Áreas de Conflito de Uso e Ocupação do Solo e Qualidade Geoambiental. As modelagens dos produtos intermediários e finais foram efetuadas levando-se em consideração as características geoambientais de todo o litoral paulista. Entretanto, para a implementação e testes do sistema foi escolhida uma área piloto, que compreende os quatro municípios do setor costeiro Litoral Norte (São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba). Os modelos obtidos no SIIGAL podem ser facilmente aplicados em outras zonas costeiras do Brasil ou do mundo.

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  • 09/01/05

    Mapa hidrogeológico do Estado de São Paulo (1:1.000.000)

    Desde a década de 80 já existia uma série de dados cadastrais de poços tubulares profundos que foram levantados e sistematizados por técnicos do DAEE, pelo desenvolvimento do Projeto Estudo de Águas Subterrâneas. Em 1982, face ao grande volume de dados, foi proposta pelo geólogo Gerôncio Rocha do DAEE, uma metodologia para a elaboração da Carta Hidrogeológica do Estado de São Paulo, que norteou a elaboração de vários mapas temáticos que comporiam a referida carta. Em meados da década de 90 o DAEE, juntamente com o IG/SMA, reiniciaram os trabalhos. Em 1998 somaram-se as equipes do IPT e da CPRM. Atualmente o projeto está em fase adiantada de execução e conta com recursos financeiros do Co-Fehidro. O Mapa Hidrogeológico objetiva caracterizar a potencialidade e o modo de ocorrência dos sistemas aqüíferos, de forma a atender as demandas do Estado de São Paulo. A elaboração deste mapa é estabelecida nas atribuições específicas relacionadas no Decreto 32.955/91 que regulamenta a Lei 6.134/88, juntamente com outras atribuições que dispõem sobre os depósitos naturais de águas subterrâneas.

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  • 08/01/05

    Microclimas em uma bacia hidrográfica: tentativa de compreensão tridimensional dos ritmos da atmosfera na bacia B do Núcleo Cunha do Instituto Florestal – SMA/SP

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de climatologia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Física do Departamento de Geografia - USP, sob orientação do Prof. Dr. Emerson Galvani. A área de estudo é a bacia B do Núcleo Cunha (SMA) do Parque Estadual da Serra do Mar, uma bacia hidrográfica de primeira ordem coberta por Mata Atlântica, situada no Planalto Atlântico a 15 km da linha de costa, a uma altitude de 1050 metros. Os objetivos deste projeto são: 1) compreender como a atmosfera é transformada pela forma e conteúdo da superfície terrestre; 2) monitorar ao longo de 2 anos a variação vertical (dentro e fora do dossel das árvores) e horizontal da temperatura do ar, umidade relativa, umidade absoluta e temperatura do ponto de orvalho na bacia hidrográfica, correlacionando-as com as características da superfície; 3) estabelecer alguns parâmetros para se modelar a variação vertical e horizontal destes atributos climáticos (equações ortogonais empíricas). Espera-se que os resultados desse projeto demonstrem a importância dos controles climáticos naturais (altitude, relevo, modelado, solos, água no solo, hidrografia, e vegetação) para a definição dos climas do meio tropical úmido. A síntese dos resultados será por meio de um mapeamento das unidades micro e topoclimáticas da bacia hidrográfica em análise.

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  • 06/01/05

    Caracterização dos terrenos cársticos das bacias dos rios Ribeira e Paranapanema e sua vulnerabilidade frente a processos erosivos e atividades minerárias

    Nas bordas do Planalto Atlântico e nas serras que fazem a transição deste planalto com a baixada litorânea, região do Vale do Ribeira, encontram-se os principais terrenos cársticos do Estado de São Paulo. Encontram-se aí, também, importantes áreas de conservação, destacando-se o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR e o Parque Estadual Intervales - PEI. As características dos terrenos cársticos nesta região ainda são pouco conhecidas e inexistem estudos regionais que sintetizem suas feições principais, conhecimento indispensável para a promoção do desenvolvimento sustentável em uma paisagem suscetível a problemas ambientais peculiares. O objetivo do estudo é caracterizar o meio físico relacionado aos terrenos cársticos, bem como sua vulnerabilidade frente a processos erosivos e a atividade minerária na região de entorno. A caracterização desses terrenos permitirá, em escala regional, a identificação das fragilidades do meio em relação às possíveis alterações de origem antrópica.

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  • 01/01/05

    Geologia e caracterização tecnológica de basaltos pozolânicos da Formação Serra Geral no vale do Rio Paranapanema, SP-PR

    Na região de estudo ocorrem rochas diferenciadas ácidas da Formação Serra Geral com possibilidades de agregar componentes pozolânicos. Pretende-se reconhecer a geologia da área de estudo e delimitar, em superfície, os tipos litológicos mais ricos de componentes pozolânicos com base em dados de campo, relações estratigráficas, estudos petrográficos e composições químicas de rocha total; descrever os atributos intrínsecos da rocha que participam da reação pozolânica, e desenvolver um procedimento de análise para qualificar e estabelecer, com exatidão, a qualidade e o desempenho futuro dos componentes pozolânicos na tentativa de se constituir um modelo descritivo de depósito mineral de pozolana natural.

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  • Carta de Perigos para o Plano de Manejo do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM)

    O objetivo deste projeto foi desenvolver uma abordagem da cartografia geotécnica voltada à elaboração de planos de gestão e manejo de unidades de conservação da zona litorânea de São Paulo. Este trabalho foi desenvolvido pelo Instituto Geológico em parceria com o Instituto Florestal, ambos da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. A abordagem metodológica adotada neste projeto, consistiu na obtenção de uma compartimentação fisiográfica, que permitisse uma avaliação das Unidades de Conservação (UCs) quanto à suscetibilidade ao desenvolvimento de processos geodinâmicos e sua influência no planejamento, gerenciamento e preservação, considerando-se as atividades existentes e as diretrizes de manejo dos planos de gestão das UCs. A avaliação da suscetibilidade aos processos geodinâmicos e de perigo aos processos de movimentos de massa (escorregamentos e deslizamentos de solos e/ou rochas, quedas e rolamentos de rochas), representada espacialmente pela Carta de Perigos em escala 1:50.000, constitui um importante aspecto nos estudos geoambientais desenvolvidos para o plano de manejo, pois, além de influenciar a evolução da paisagem, condiciona as atividades previstas nas diferentes zonas de manejo quanto aos perigos a pessoas e equipamentos.

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  • 23/04/04

    Sistema de informação para o gerenciamento ambiental dos recursos hídricos subterrâneos na área de afloramento do Aquífero Guarani

    O Termo de Cooperação Técnica assinado entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e a Secretaria de Meio Ambiente, Saúde Pública e Proteção ao Consumidor do Estado da Baviera (Alemanha) buscou a execução de ações e projetos conjuntos, sendo que a concretização desta cooperação se deu na área de recursos hídricos subterrâneos, mais especificamente, no Aquífero Guarani. Na Fase I desta cooperação técnica, ocorrida entre 1999 e 2001, foi promovida uma discussão entre diversos profissionais ligados à área, sobre o estado atual de conhecimento do Aquífero Guarani, resultando na elaboração da proposta de projeto conjunto entre a SMA/SP e o StMLU/Baviera. O projeto, denominado "Sistema Piloto de Informação para o Gerenciamento Ambiental dos Recursos Hídricos Subterrâneos na Área de Afloramento do Sistema Aquífero Guarani no Estado de São Paulo", teve início em dezembro de 2001 e concretizou a Fase II da cooperação técnica. A área escolhida para o estudo foi o município de Ribeirão Preto devido a importância da água subterrânea para o abastecimento público. Como resultado deste projeto, foi desenvolvido um sistema piloto de informação que reúne os dados espaciais existentes nos diferentes setores/órgãos do sistema de meio ambiente para dar suporte às atividades de proteção do Aqüífero Guarani. A análise das informações obtidas permitiu também recomendar perímetros de proteção de poços e do Aqüífero Guarani, assim como elaborar uma proposta de restrições de atividades a serem aplicadas a estas áreas de proteção. Clique aqui para ver os relatórios

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  • 01/03/04

    Diretrizes para a regeneração sócio-ambiental de áreas degradadas por mineração de saibro (caixas de empréstimo), Ubatuba, SP

    A explotação de saibro e produtos associados (rocha para cantaria e ornamental) no município de Ubatuba foi realizada, nas últimas quatro décadas, geralmente de uma forma desordenada e sem compromisso com a correta finalização da lavra e recuperação ambiental. A ação fiscalizadora do poder público, a partir da década de 1980, foi capaz de limitar quase que completamente esse tipo de lavra, porém não conseguiu sucesso na promoção da recuperação ambiental de dezenas de áreas degradadas. O projeto irá contribuir para o alcance dos objetivos gerais de promover a regeneração sócio-ambiental de áreas degradadas pela mineração de saibro em Ubatuba; diminuir os riscos à segurança pública relacionados a processos de movimentos gravitacionais de massa nas áreas de mineração de saibro em Ubatuba; promover o ordenamento e racionalização da exploração de saibro no município, compatibilizando este com outros usos do solo e capacitar a Prefeitura de Ubatuba no trato da questão de mineração e seus impactos ambientais. O parceiro beneficiário direto do projeto é a prefeitura de Ubatuba, no entanto vários setores sociais também serão beneficiados: Ministério Público, CETESB, DEPRN, Polícia Militar Ambiental, Instituto Florestal, Proprietários do solo, ONG´s, CEDEC (Defesa Civil), Empreendedores da área de mineração, Empresas de consultoria, DNPM, CPLEA, Comitê de Bacia.

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