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Projetos

  • 06/01/06

    Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo

    Os monumentos geológicos representam elementos importantes da paisagem e da geologia que os define. Estes locais representam características geológicas únicas, e compõem a diversidade geológica do Estado. Os monumentos geológicos podem ser definidos como recursos não renováveis de caráter científico e cultural, de conteúdo importante para o conhecimento e estudo da evolução dos processos geológicos do nosso planeta. Neste projeto serão realizadas ações para o inventário dos Monumentos Geológicos no Estado de São Paulo de acordo com as estratégias desenvolvidas pela GILGES, GEOTOPES, WHC, ProGEO (The European Association for the Conservation of the Geological Heritage), e SIGEP. Pretende-se estabelecer um convênio com as entidades nacionais que desenvolvem projetos semelhantes, em outros Estados brasileiros, de modo a contribuir para as ações do SIGEP em âmbito nacional, porém desenvolvendo um inventário de nível regional no Estado de São Paulo.

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  • 04/01/06

    O manto de intemperismo e os níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão: correlações e implicações na evolução da paisagem

    O projeto tem por objetivo estudar os perfis completos de alteração in situ das rochas(saprólito) nos níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão, entre o morro do Itapeva e o vale do Capivarí. Inicialmente serão feitas sondagens exploratórias com utilização de métodos geofísicos (sondagens elétricas verticais e caminhamento elétrico), para um primeiro reconhecimento da profundidade do saprólito e da zona de transição saprólito/rocha sã. Com base nos dados fornecidos pelas sondagens geofísicas serão escolhidos sítios representativos para sondagens mecânicas, com a finalidade de obter testemunhos indeformados do perfil de alteração completo (solo, rocha intemperizada e topo da rocha sã). A etapa final consistirá na análise textural, mineralógica e micromorfológica das amostras colhidas nos perfis-tipo de cada um dos níveis topográficos, para caracterização dos materiais intemperizados em toda a sua espessura. Os resultados do projeto devem contribuir para esclarecer a gênese e evolução do manto de intemperismo e para determinar a influência dos fatores clima, relevo e estabilidade tectônica neste processo. Serão portanto importantes para completar o conhecimento da evolução do relevo do planalto e das terras altas do Brasil tropical.

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  • 02/01/06

    Ritmo climático e risco socioambiental: estudo geográfico do clima aplicado à prevenção de desastres em Ubatuba-SP

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de Geografia, sob orientação do Prof. Dr. Francisco Assis Mendonça (UFPR). O estudo trata da problemática dos desastres naturais no município de Ubatuba-SP, associando a análise do ritmo e das mudanças climáticas à vulnerabilidade e risco socioambiental. Parte-se de séries históricas de dados climáticos e observações de campo, para a análise rítmica e a proposição de mapeamento climatológico, aliando a concepção geossistêmica à aplicação de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento. Propõe-se definir indicadores climáticos para a caracterização espacial do fenômeno e suas repercussões no território, quanto à probabilidade de risco associado à chuva e suas conseqüências nas áreas de ocupação humana.

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  • 01/01/06

    Condições ambientais que possibilitaram a formação de macrocristais de caulinita em rochas cenozóicas de Iguape

    O objetivo do projeto é determinar as condições paleoambientais que possibilitaram a formação de macrocristais de caulinita nas rochas cenozóicas da região de Iguape, Vale do Ribeira.

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  • 01/09/05

    Significados histórico–arqueológico, arquitetônico e ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta – PEIA – Diretrizes para Restauração e Revitalização de Patrimônio Histórico-Cultural em Unidades de Conservação

    Este projeto teve por finalidade orientar as ações de políticas públicas referentes à conservação, restauração e utilização de monumentos históricos em Unidades de Conservação do Estado de São Paulo, a partir dos objetivos de manejo e diretrizes estabelecidos pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC e da análise dos significados histórico - arqueológico, arquitetônico e ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta-PEIA. A Ilha Anchieta, desde 1955, deixou de ser uma ilha-presídio e permaneceu por alguns anos sem um uso definido. O PEIA, criado em 29 de março de 1977, através do Decreto 9.629, enquadra-se no grupo das Unidades de Conservação de Proteção Integral, cuja legislação admite apenas o uso indireto de seus recursos naturais. Sua criação propiciou as condições de regeneração natural da cobertura vegetal, que sofreu grande alteração na época de funcionamento do presídio. O estudo efetuado contou com um banco de dados bibliográfico, de imagens, mapas, fotos, entrevistas e questionários e localização georeferenciadas da infra-estrutura de Uso Público, dos equipamentos e edifícios históricos, bem como trilhas e espaços interpretativos. Métodos de investigação geofísica, em subsuperfície, foram utilizados para levantamentos arqueológicos subterrâneos. Foi elaborado um mapa de solos, de vegetação, geopedológico, geológico da Ilha Anchieta e avaliação do ambiente construído.

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  • 31/05/05

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de Diadema, Rio Grande da Serra, Sorocaba, Votorantim, Mairinque e Alumínio

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de stivas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 1ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2004-2005, o Instituto Geológico identificou áreas de risco em seis municípios, localizados na Região de Sorocaba (Sorocaba, Mairinque, Votorantim, Alumínio) e na Região Metropolitana de São Paulo (Diadema, Rio Grande da Serra). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). Além da apresentação dos resultados na forma de Relatório Técnico, destaca-se a concepção e estruturação de um sistema computacional para visualização e disponibilização de informações, denominado “Map-Risco”. O sistema foi elaborado em ambiente totalmente georeferenciado (com base em tecnologia SIG – Sistemas de Informações Geográficas), e inclui dados cartográficos básicos, mapas interpretativos (zoneamento de risco), produtos de sensoriamento remoto (imagens de satélite e fotografias aéreas) e planos de informação cadastral (malha viária urbana entre outros).

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  • 01/05/05

    FRATASG I – A Formação Serra Geral Como Conexão Hidráulica entre o Sistema Aqüífero Guarani e a Superfície: Análise Estrutural e Ensaios In Situ

    Há evidências de que existe recarga vertical do Sistema Aqüífero Guarani (SAG), através de fraturas que cortam os basaltos da Formação Serra Geral, em uma faixa próxima da área de afloramento da Formação Botucatu. Nesta faixa e seus arredores existem grandes centros econômicos, no Estado de São Paulo, abastecidos integral ou parcialmente pelo SAG, que ameaçam este aqüífero tanto em termos de quantidade como de qualidade. Desta forma, este projeto tem como objetivo identificar e caracterizar os parâmetros hidráulicos (K e T) dos caminhos preferenciais de circulação da água subterrânea através dos basaltos, os quais estabelecem a conexão do SAG com a superfície do terreno. A abordagem metodológica é inovadora pelo fato de propor o uso integrado de técnicas tais como: o estudo detalhado de estruturas tectônicas rúpteis, técnicas modernas de geofísica de poço, e análise de elementos traços presentes na água subterrânea. Estes métodos, aliados a ensaios hidráulicos e outras análises hidrogeoquímicas e isotópicas, resultarão na proposição de modelos conceituais de circulação de água subterrânea na Formação Serra Geral e SAG. Os resultados a serem atingidos deverão constituir inovações metodológicas para o estudo de aqüíferos fraturados, de um modo geral, e também apresentarão informações de fundamental importância para dimensionar a recarga e as medidas necessárias à proteção do SAG.

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  • 01/03/05

    Carta geomorfológica diagnóstico de Campos do Jordão

    O Planalto de Campos do Jordão esteve exposto, nas últimas décadas, à intensa degradação da paisagem e da natureza, conseqüência do uso inadequado dos espaços naturais e do impacto de uma urbanização mal orientada que levou à ocupação de áreas instáveis. Tais fatos têm especial significado num sistema de paisagem de montanha tropical, caracterizado por estrutura em equilíbrio delicado, extremamente vulnerável ao uso inadequado do solo. O levantamento geológico-geomorfológico de detalhe da área situada ao longo do vale do Capivarí e dados de estudos anteriores permitiram elaborar uma carta geomorfológica diagnóstico. Este documento é uma contribuição pragmática, com subsídios para a ocupação e reordenação do espaço natural e urbano e para a avaliação do risco geomorfológico na área de urbanizaçãomais intensa do planalto.

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  • Estudo das Propriedades Geotécnicas de Solos Não Saturados e suas Correlações com Métodos Geofísicos em Áreas Susceptíveis a Movimentos de Massa

    Projeto de Capacitação - Tese de Doutorado em desenvolvimento na área de Engenharia de Solos (Geotecnia Ambiental) pela POLI/USP. O objetivo do projeto é estudar as propriedades geotécnicas de solos não saturados ocorrentes em áreas suscetíveis a movimentos de massa, com o intuito de estabelecer correlações entre tais propriedades e dados obtidos a partir de utilização de três métodos geofísicos: sísmica de refração, sondagem elétrica e de radar penetrante no solo (GPR). O estudo das propriedades geotécnicas dos solos não saturados será efetuado através de uma abordagem macro e micromorfológica, buscando estabelecer a relação existente entre a água presente nos poros e seus parâmetros de resistência ao cisalhamento. Os procedimentos e técnicas necessários para esse estudo permitirão identificar diferenciações nos horizontes do solo quanto à microestrutura e porosidade e caracterizar seu comportamento físico-hídrico. Espera-se que o estabelecimento das correlações entre tais propriedades e os métodos geofísicos venha contribuir para o melhor entendimento dos agentes e fatores responsáveis pela deflagração dos movimentos de massa. Os resultados desta pesquisa poderão ainda indicar áreas prioritárias para o monitoramento das variáveis climatológicas e geotécnicas, podendo fornecer apreciáveis subsídios para um futuro aperfeiçoamento dos parâmetros técnicos utilizados em Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/01/05

    Sistema integrador de informações geoambientais para o litoral do Estado de São Paulo, aplicado ao  gerenciamento costeiro – Projeto SIIGAL

    O Projeto SIIGAL – Sistema Integrador de Informações Geoambientais para o Litoral do Estado de São Paulo, Aplicado ao Gerenciamento Costeiro (Proc. FAPESP 1998/14277-2, Programa de Políticas Públicas) é um sistema geográfico de informações geoambientais especialista, desenvolvido pelo Instituto Geológico em parceria com as seguintes instituições: Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Educação Ambiental-SMA (responsável pelo Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro), USP (Instituto de Geociências), a UNESP (Instituto de Geociências e Ciências Exatas – Rio Claro, Faculdade de Ciências e Tecnologia – Presidente Prudente e Instituto de Engenharia – Guaratinguetá), Instituto de Botânica-SMA, CETESB e Geojá Geoprocessamento Ltda. O SIIGAL apresenta diversos estudos envolvendo diagnósticos e prognósticos sobre os geossistemas costeiros, baseados no modelo de gerenciamento integrado da zona costeira denominado Pressão-Mudança-Impacto-Resposta. Os diagnósticos e prognósticos foram elaborados em escala de 1:50.000 e integrados num modelo arquitetônico constituído de três níveis hierárquicos: Produtos Básicos (diagnósticos), Produtos Intermediários e Produtos Finais (ambos prognósticos). Essa organização e a inserção, no módulo de Produtos Básicos, de todos os atributos de classificação utilizados na elaboração dos demais produtos, permitiram a automatização destes através de modelagens específicas. Com isso, qualquer atualização é facilmente obtida, a partir de alterações apenas nos Produtos Básicos. Tudo isso faz do SIIGAL um sistema especialista e um importante suporte ao Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro. Para a integração dos dados geoambientais foi adotado um procedimento analítico, a partir do qual várias informações previamente levantadas sobre os geossistemas costeiros foram conjugadas em células cartográficas básicas denominadas “unidades de gerenciamento de informações geoambientais”. Essas informações compreendem atributos dos meios físico (geologia, geomorfologia, clima, bacias hidrográficas), biótico (vegetação e estados de alteração) e antrópico (uso e ocupação do solo e legislação ambiental de uso e ocupação do solo). Isso torna o SIIGAL um sistema de suporte a decisões, essencial para as políticas públicas. Os Produtos Básicos, que compreendem produtos cartográficos e seus bancos de dados relacionais, são os mapas de: Caracterização de Bacias Hidrográficas e Praias, Compartimentação Fisiográfica, Unidades Climáticas, Vegetação e Estados de Alteração, Uso e Ocupação do Solo, Legislação Ambiental de Uso e Ocupação do Solo, Processos Erosivos Costeiros, Inventário e Tempos de Retorno de Eventos de Inundação, Enchente e Alagamento, Inventário de Eventos de Movimentos de Massa, Fontes de Poluição Ambiental e Cadastro de Áreas Mineradas. Os Produtos Intermediários envolvem cartas de Risco a Erosão Costeira, Inundação/Enchente/Alagamento, Movimentos de Massa e Poluição Ambiental, e cartas de Potencial de Uso de Recursos Minerais, Recursos Hídricos e Produtos Vegetais para Manejo. Os Produtos Finais correspondem às cartas de: Aptidão de Uso e Ocupação do Solo, Áreas Degradadas, Áreas de Conflito de Uso e Ocupação do Solo e Qualidade Geoambiental. As modelagens dos produtos intermediários e finais foram efetuadas levando-se em consideração as características geoambientais de todo o litoral paulista. Entretanto, para a implementação e testes do sistema foi escolhida uma área piloto, que compreende os quatro municípios do setor costeiro Litoral Norte (São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba). Os modelos obtidos no SIIGAL podem ser facilmente aplicados em outras zonas costeiras do Brasil ou do mundo.

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