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Projetos

  • 07/01/06

    Publicação em mídia eletrônica das sondagens geológicas executadas pelo Instituto Geológico (SMA/SP)

    Recuperação de informações geológicas de sondagens realizadas pelo Instituto Geológico, em maior grau possível, e desenvolver materiais destinados à atividade de divulgação científica destes dados, com o desenvolvimento de material em mídia eletrônica e divulgação através da criação de um banco de dados e disponibilização total de forma digital em formato SIG (Sistema de Informações Geográficas)

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  • Monumentos Geológicos da região de Rio Claro – SP

    O projeto tem por objetivo divulgar a comunidade em geral os conhecimentos científicos sobre as ciências naturais, em especial, os monumentos geológicos da região de Rio Claro. Esta região é conhecida por apresentar um patrimônio natural bastante rico, apresentando monumentos geológicos de caráter espeleológico, estratigráfico, geomorfológico, paleoambiental, paleontológico e sedimentológico. Porém, a expansão das cidades e as atividades de mineração colocam em risco alguns destes patrimônios naturais encontrados na região. O projeto visa também à implantação de programas de proteção e educação ambiental nestes monumentos com a finalidade de conservar, valorizar e transmitir às gerações futuras o patrimônio cultural e natural existente na região de Rio Claro.

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  • Caracterização do potencial hidrogeológico e histórico da utilização das águas subterrâneas no município de São José dos Campos

    A ênfase deste projeto de pesquisa é o conhecimento do potencial hídrico subterrâneo na parte da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul que engloba o Município de São José dos Campos. Foram cadastrados trezentos e setenta poços tubulares profundos, distribuídos em sua maioria dentro da Bacia Sedimentar de Taubaté, no Município de São José dos Campos. Obteve-se nos locais dos poços, a Transmissividade (em m2/h) e o Coeficiente de Armazenamento. Com estes dados e por meio da análise dos gráficos de 57 testes de vazão plotados, obteve-se os tipos de aquíferos onde os poços captam água, na região de São José dos Campos e as características de produtividade no local dos poços. O estudo realizado proporcionou o conhecimento do meio físico e do potencial de uso dos recursos hídricos subterrâneos, por meio do levantamento e formação de um cadastro com uma sólida base de dados hidrogeológicos (com a formação de um abrangente cadastro de poços tubulares profundos), climáticos, hidroquímicos e geológicos e, obtenção mapas e cartas temáticas apropriadas ao gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos.

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  • 06/01/06

    Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo

    Os monumentos geológicos representam elementos importantes da paisagem e da geologia que os define. Estes locais representam características geológicas únicas, e compõem a diversidade geológica do Estado. Os monumentos geológicos podem ser definidos como recursos não renováveis de caráter científico e cultural, de conteúdo importante para o conhecimento e estudo da evolução dos processos geológicos do nosso planeta. Neste projeto serão realizadas ações para o inventário dos Monumentos Geológicos no Estado de São Paulo de acordo com as estratégias desenvolvidas pela GILGES, GEOTOPES, WHC, ProGEO (The European Association for the Conservation of the Geological Heritage), e SIGEP. Pretende-se estabelecer um convênio com as entidades nacionais que desenvolvem projetos semelhantes, em outros Estados brasileiros, de modo a contribuir para as ações do SIGEP em âmbito nacional, porém desenvolvendo um inventário de nível regional no Estado de São Paulo.

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  • 04/01/06

    O manto de intemperismo e os níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão: correlações e implicações na evolução da paisagem

    O projeto tem por objetivo estudar os perfis completos de alteração in situ das rochas(saprólito) nos níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão, entre o morro do Itapeva e o vale do Capivarí. Inicialmente serão feitas sondagens exploratórias com utilização de métodos geofísicos (sondagens elétricas verticais e caminhamento elétrico), para um primeiro reconhecimento da profundidade do saprólito e da zona de transição saprólito/rocha sã. Com base nos dados fornecidos pelas sondagens geofísicas serão escolhidos sítios representativos para sondagens mecânicas, com a finalidade de obter testemunhos indeformados do perfil de alteração completo (solo, rocha intemperizada e topo da rocha sã). A etapa final consistirá na análise textural, mineralógica e micromorfológica das amostras colhidas nos perfis-tipo de cada um dos níveis topográficos, para caracterização dos materiais intemperizados em toda a sua espessura. Os resultados do projeto devem contribuir para esclarecer a gênese e evolução do manto de intemperismo e para determinar a influência dos fatores clima, relevo e estabilidade tectônica neste processo. Serão portanto importantes para completar o conhecimento da evolução do relevo do planalto e das terras altas do Brasil tropical.

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  • 02/01/06

    Ritmo climático e risco socioambiental: estudo geográfico do clima aplicado à prevenção de desastres em Ubatuba-SP

    Projeto de capacitação - Tese de doutorado em desenvolvimento na área de Geografia, sob orientação do Prof. Dr. Francisco Assis Mendonça (UFPR). O estudo trata da problemática dos desastres naturais no município de Ubatuba-SP, associando a análise do ritmo e das mudanças climáticas à vulnerabilidade e risco socioambiental. Parte-se de séries históricas de dados climáticos e observações de campo, para a análise rítmica e a proposição de mapeamento climatológico, aliando a concepção geossistêmica à aplicação de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento. Propõe-se definir indicadores climáticos para a caracterização espacial do fenômeno e suas repercussões no território, quanto à probabilidade de risco associado à chuva e suas conseqüências nas áreas de ocupação humana.

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  • 01/01/06

    Condições ambientais que possibilitaram a formação de macrocristais de caulinita em rochas cenozóicas de Iguape

    O objetivo do projeto é determinar as condições paleoambientais que possibilitaram a formação de macrocristais de caulinita nas rochas cenozóicas da região de Iguape, Vale do Ribeira.

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  • 01/09/05

    Significados histórico–arqueológico, arquitetônico e ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta – PEIA – Diretrizes para Restauração e Revitalização de Patrimônio Histórico-Cultural em Unidades de Conservação

    Este projeto teve por finalidade orientar as ações de políticas públicas referentes à conservação, restauração e utilização de monumentos históricos em Unidades de Conservação do Estado de São Paulo, a partir dos objetivos de manejo e diretrizes estabelecidos pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC e da análise dos significados histórico - arqueológico, arquitetônico e ambiental do Parque Estadual da Ilha Anchieta-PEIA. A Ilha Anchieta, desde 1955, deixou de ser uma ilha-presídio e permaneceu por alguns anos sem um uso definido. O PEIA, criado em 29 de março de 1977, através do Decreto 9.629, enquadra-se no grupo das Unidades de Conservação de Proteção Integral, cuja legislação admite apenas o uso indireto de seus recursos naturais. Sua criação propiciou as condições de regeneração natural da cobertura vegetal, que sofreu grande alteração na época de funcionamento do presídio. O estudo efetuado contou com um banco de dados bibliográfico, de imagens, mapas, fotos, entrevistas e questionários e localização georeferenciadas da infra-estrutura de Uso Público, dos equipamentos e edifícios históricos, bem como trilhas e espaços interpretativos. Métodos de investigação geofísica, em subsuperfície, foram utilizados para levantamentos arqueológicos subterrâneos. Foi elaborado um mapa de solos, de vegetação, geopedológico, geológico da Ilha Anchieta e avaliação do ambiente construído.

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  • 31/05/05

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de Diadema, Rio Grande da Serra, Sorocaba, Votorantim, Mairinque e Alumínio

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de stivas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 1ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2004-2005, o Instituto Geológico identificou áreas de risco em seis municípios, localizados na Região de Sorocaba (Sorocaba, Mairinque, Votorantim, Alumínio) e na Região Metropolitana de São Paulo (Diadema, Rio Grande da Serra). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). Além da apresentação dos resultados na forma de Relatório Técnico, destaca-se a concepção e estruturação de um sistema computacional para visualização e disponibilização de informações, denominado “Map-Risco”. O sistema foi elaborado em ambiente totalmente georeferenciado (com base em tecnologia SIG – Sistemas de Informações Geográficas), e inclui dados cartográficos básicos, mapas interpretativos (zoneamento de risco), produtos de sensoriamento remoto (imagens de satélite e fotografias aéreas) e planos de informação cadastral (malha viária urbana entre outros).

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  • 01/05/05

    FRATASG I – A Formação Serra Geral Como Conexão Hidráulica entre o Sistema Aqüífero Guarani e a Superfície: Análise Estrutural e Ensaios In Situ

    Há evidências de que existe recarga vertical do Sistema Aqüífero Guarani (SAG), através de fraturas que cortam os basaltos da Formação Serra Geral, em uma faixa próxima da área de afloramento da Formação Botucatu. Nesta faixa e seus arredores existem grandes centros econômicos, no Estado de São Paulo, abastecidos integral ou parcialmente pelo SAG, que ameaçam este aqüífero tanto em termos de quantidade como de qualidade. Desta forma, este projeto tem como objetivo identificar e caracterizar os parâmetros hidráulicos (K e T) dos caminhos preferenciais de circulação da água subterrânea através dos basaltos, os quais estabelecem a conexão do SAG com a superfície do terreno. A abordagem metodológica é inovadora pelo fato de propor o uso integrado de técnicas tais como: o estudo detalhado de estruturas tectônicas rúpteis, técnicas modernas de geofísica de poço, e análise de elementos traços presentes na água subterrânea. Estes métodos, aliados a ensaios hidráulicos e outras análises hidrogeoquímicas e isotópicas, resultarão na proposição de modelos conceituais de circulação de água subterrânea na Formação Serra Geral e SAG. Os resultados a serem atingidos deverão constituir inovações metodológicas para o estudo de aqüíferos fraturados, de um modo geral, e também apresentarão informações de fundamental importância para dimensionar a recarga e as medidas necessárias à proteção do SAG.

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