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Projetos

  • 01/01/07

    Micropaleontologia, biocronoestratigrafia e paleoambientes de depósitos sedimentares cretácicos não-marinhos do Grupo Bauru – 2ª Fase

    Estudo micropaleontológico das “Associações Faciológicas Echaporã, Serra da Galga e Ponte Alta”, aflorantes na área do Triângulo Mineiro, para refinamento do quadro cronoestratigráfico proposto para o Grupo Bauru, no Estado de São Paulo.

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  • Mapeamento de risco de escorregamento em encostas urbanas com a incorporação do Processo de Análise Hierárquica (AHP)

    Acidentes associados à ocorrência de escorregamentos e outros processos de instabilização em encostas urbanas brasileiras têm sido bastante freqüentes e muitas vezes, catastróficos quanto às magnitudes dos danos sociais e econômicos que produzem. Este cenário resultou na demanda e no desenvolvimento de uma série de ações do poder público em diferentes municípios e estados brasileiros, culminado com o estabelecimento de um programa federal, vinculado ao Ministério das Cidades, voltado à mitigação destes riscos com o desenvolvimento de projetos de mapeamento e a implantação de planos preventivos de defesa civil, de obras de estabilização e de reurbanização nestas áreas de risco. No estado de São Paulo, o mapeamento de escorregamentos em encostas urbanas precárias vem sendo realizado desde 1990 em vários municípios, através das iniciativas de órgãos públicos e com a participação de diversas instituições. O método de mapeamento atualmente mais utilizado emprega como técnicas principais a realização de vistorias sistemáticas de campo, investigações de superfície, utilização de fichas descritivas para armazenar as informações coletadas e a delimitação de setores de perigo e de risco em imagens aéreas e escala de detalhe. As principais etapas envolvidas neste tipo de mapeamento são: planejamento e levantamento de dados pré-existentes; obtenção das imagens aéreas de grande escala e recentes; realização das vistorias sistemáticas de campo; identificação dos processos de instabilização atuantes (geometria, material movimentado, dinâmica, etc.) e delimitação dos setores de análise; identificação e caracterização dos indicadores de perigo e de risco de cada setor de análise; análise do perigo e do risco por comparação entre os indicadores identificados e hierarquização qualitativa entre as diferentes situações identificadas, agrupando-as, em geral, em quatro níveis distintos de perigo e de risco: baixo, médio, alto e muito alto. Este método de mapeamento tem sido bastante aplicado e muitas vezes conseguido subsidiar satisfatoriamente as ações de mitigação dos riscos de escorregamentos, indicando os locais prioritários para receberem estas ações. Por outro lado, o método também é questionado pelo meio técnico devido sua abordagem iminentemente qualitativa, pela pouca utilização dos métodos clássicos de investigação geológico-geotécnica e de análise de estabilidade de taludes e pelo grau elevado de subjetividade que pode agregar, podendo produzir resultados de baixa confiabilidade. A contribuição da presente pesquisa é o aprimoramento do método de mapeamento de perigo e de risco de escorregamentos em áreas urbanas, diminuindo sua subjetividade na comparação e na hierarquização dos setores, sem modificar sua abordagem fundamental e suas técnicas principais atualmente utilizadas. A manutenção dos princípios gerais deste método de mapeamento justifica-se pela sua comprovada adequação aos condicionantes sociais, técnicos e à necessidade de ações rápidas de mitigação que caracterizam estas áreas de risco. Acrescenta-se a este fato, o reconhecimento do Comitê de Avaliação de Riscos de Escorregamentos da União Internacional de Geociências (IUGS) na utilização da probabilidade subjetiva (opinião de especialistas), fundamento em que se baseia o método estudado de mapeamento de áreas urbanas, como uma abordagem válida cientificamente para a análise de perigo e de risco de escorregamentos. Para tal, propõe-se incorporar o Processo de Análise Hierárquica (Analitic Hierarchy Process – AHP) na sistemática de análise dos indicadores e na hierarquização dos setores de perigo. O AHP é um modelo de ponderação para auxiliar na tomada de decisão em problemas que envolvem a valoração e hierarquização dos fatores através da avaliação de um conjunto de critérios explicitados por pesos relativos, dentro de regras matemáticas pré-estabelecidas. Para a validação da proposta de incorporação da AHP ao método do mapeamento de risco foi realizado um ensaio de aplicação em áreas de risco de escorregamentos no município de São Sebastião (SP), que foi mapeado anteriormente pelo Instituto Geológico da Secretaria do Meio Ambiente – IG-SMA, utilizando a abordagem tradicional, sem a incorporação sistemática do AHP.

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  • 28/10/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorrega escorregamentos e inundações os municípios de Ilhabela, Paraibuna, Cotia, Poá, Dumont e Jaboticabal

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitati qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 3ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de seis municípios, localizados no Litoral do Estado (Ilhabela), na Região Metropolitana de São Paulo (Cotia, Poá) na Região de Ribeirão Preto (Dumont, Jaboticabal) e na Região do Vale do Paraíba (Paraibuna). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/10/06

    Identificação de Áreas Potenciais de Restrição e Controle de Captação e Uso das Águas Subterrâneas na Porção Sul da UGHRI 05 – Projeto “ARC-TUB1”

    A região de Indaiatuba apresenta crescente demanda por água subterrânea, decorrente do crescimento populacional, da expansão industrial e da ampliação do mercado imobiliário com seus inúmeros loteamentos urbanos. Municípios como Elias Fausto e Rafard são totalmente dependentes da água subterrânea, em especial do Aqüífero Tubarão, para o abastecimento público. Em Capivari, a água subterrânea também tem participação significativa no abastecimento da população. Há conhecimento sobre problemas existentes de rebaixamento do nível d’água ou de qualidade de água. Um exemplo é encontrado nos municípios de Capivari e Rafard. Este cenário aponta para a necessidade de estudos hidrogeológicos que sirvam de base para a identificação de áreas críticas que necessitem de instrumentos e ações visando a proteção das águas subterrâneas de forma a garantir seu uso pelas gerações futuras. O conhecimento do comportamento dos aqüíferos Tubarão e Cristalino nestas regiões também permitirá o planejamento para o uso racional, a proteção de áreas de recarga e a identificação de áreas críticas em relação à qualidade da água subterrânea. O objetivo principal do Projeto é a identificação de Áreas Potenciais de Restrição e Controle (ARC-PO’s), de acordo com a Resolução CRH nº52, de 15/04/05, que indiquem super-exploração ou atividades com potencial de contaminação de solos e águas subterrâneas na região a sul do Município de Campinas, entre Indaiatuba e Capivari, na UGRHI-5.

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  • 28/03/06

    Geoquímica das rochas granitóides da Ilha Anchieta

    Estudo geoquímico e geocronológico das rochas graníticas e charnockiticas da Ilha Anchieta, visando compreender a gênese e evolução dessas rochas, bem como sua relação com o contexto geológico regional.

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  • 16/02/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de São Sebastião, Ubatuba, Piedade, Tapiraí e Franco da Rocha.

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 2ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2005-2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de cinco municípios, localizados no Litoral do Estado (São Sebastião, Ubatuba), na Região de Sorocaba (Piedade, Tapiraí) e na Região Metropolitana de São Paulo (Franco da Rocha). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/01/06

    Geoquímica de isótopos estáveis (O e C) e microestratigrafia de estalagmites aplicadas aos estudos paleoclimáticos do Holoceno no Brasil

    Investigação de variações paleoclimáticas do Holoceno ao presente em áreas situadas no domínio do sistema climático da Monção Sul-Americana de verão e em regiões afetadas diretamente pelo deslocamento anual da Zona de Convergência Intertropical no Brasil, a partir da variação da espessura de laminações e razões isotópicas O e C em amostras de estalagmites datadas pela geocronologia U/Th.

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  • 07/01/06

    Publicação em mídia eletrônica das sondagens geológicas executadas pelo Instituto Geológico (SMA/SP)

    Recuperação de informações geológicas de sondagens realizadas pelo Instituto Geológico, em maior grau possível, e desenvolver materiais destinados à atividade de divulgação científica destes dados, com o desenvolvimento de material em mídia eletrônica e divulgação através da criação de um banco de dados e disponibilização total de forma digital em formato SIG (Sistema de Informações Geográficas)

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  • Monumentos Geológicos da região de Rio Claro – SP

    O projeto tem por objetivo divulgar a comunidade em geral os conhecimentos científicos sobre as ciências naturais, em especial, os monumentos geológicos da região de Rio Claro. Esta região é conhecida por apresentar um patrimônio natural bastante rico, apresentando monumentos geológicos de caráter espeleológico, estratigráfico, geomorfológico, paleoambiental, paleontológico e sedimentológico. Porém, a expansão das cidades e as atividades de mineração colocam em risco alguns destes patrimônios naturais encontrados na região. O projeto visa também à implantação de programas de proteção e educação ambiental nestes monumentos com a finalidade de conservar, valorizar e transmitir às gerações futuras o patrimônio cultural e natural existente na região de Rio Claro.

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  • Caracterização do potencial hidrogeológico e histórico da utilização das águas subterrâneas no município de São José dos Campos

    A ênfase deste projeto de pesquisa é o conhecimento do potencial hídrico subterrâneo na parte da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul que engloba o Município de São José dos Campos. Foram cadastrados trezentos e setenta poços tubulares profundos, distribuídos em sua maioria dentro da Bacia Sedimentar de Taubaté, no Município de São José dos Campos. Obteve-se nos locais dos poços, a Transmissividade (em m2/h) e o Coeficiente de Armazenamento. Com estes dados e por meio da análise dos gráficos de 57 testes de vazão plotados, obteve-se os tipos de aquíferos onde os poços captam água, na região de São José dos Campos e as características de produtividade no local dos poços. O estudo realizado proporcionou o conhecimento do meio físico e do potencial de uso dos recursos hídricos subterrâneos, por meio do levantamento e formação de um cadastro com uma sólida base de dados hidrogeológicos (com a formação de um abrangente cadastro de poços tubulares profundos), climáticos, hidroquímicos e geológicos e, obtenção mapas e cartas temáticas apropriadas ao gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos.

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