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Projetos

  • 28/10/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorrega escorregamentos e inundações os municípios de Ilhabela, Paraibuna, Cotia, Poá, Dumont e Jaboticabal

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitati qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 3ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de seis municípios, localizados no Litoral do Estado (Ilhabela), na Região Metropolitana de São Paulo (Cotia, Poá) na Região de Ribeirão Preto (Dumont, Jaboticabal) e na Região do Vale do Paraíba (Paraibuna). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/10/06

    Identificação de Áreas Potenciais de Restrição e Controle de Captação e Uso das Águas Subterrâneas na Porção Sul da UGHRI 05 – Projeto “ARC-TUB1”

    A região de Indaiatuba apresenta crescente demanda por água subterrânea, decorrente do crescimento populacional, da expansão industrial e da ampliação do mercado imobiliário com seus inúmeros loteamentos urbanos. Municípios como Elias Fausto e Rafard são totalmente dependentes da água subterrânea, em especial do Aqüífero Tubarão, para o abastecimento público. Em Capivari, a água subterrânea também tem participação significativa no abastecimento da população. Há conhecimento sobre problemas existentes de rebaixamento do nível d’água ou de qualidade de água. Um exemplo é encontrado nos municípios de Capivari e Rafard. Este cenário aponta para a necessidade de estudos hidrogeológicos que sirvam de base para a identificação de áreas críticas que necessitem de instrumentos e ações visando a proteção das águas subterrâneas de forma a garantir seu uso pelas gerações futuras. O conhecimento do comportamento dos aqüíferos Tubarão e Cristalino nestas regiões também permitirá o planejamento para o uso racional, a proteção de áreas de recarga e a identificação de áreas críticas em relação à qualidade da água subterrânea. O objetivo principal do Projeto é a identificação de Áreas Potenciais de Restrição e Controle (ARC-PO’s), de acordo com a Resolução CRH nº52, de 15/04/05, que indiquem super-exploração ou atividades com potencial de contaminação de solos e águas subterrâneas na região a sul do Município de Campinas, entre Indaiatuba e Capivari, na UGRHI-5.

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  • 28/03/06

    Geoquímica das rochas granitóides da Ilha Anchieta

    Estudo geoquímico e geocronológico das rochas graníticas e charnockiticas da Ilha Anchieta, visando compreender a gênese e evolução dessas rochas, bem como sua relação com o contexto geológico regional.

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  • 16/02/06

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos e inundações nos municípios de São Sebastião, Ubatuba, Piedade, Tapiraí e Franco da Rocha.

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 2ª campanha de mapeamento, efetuada no período 2005-2006, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de cinco municípios, localizados no Litoral do Estado (São Sebastião, Ubatuba), na Região de Sorocaba (Piedade, Tapiraí) e na Região Metropolitana de São Paulo (Franco da Rocha). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 12/01/06

    Geoquímica de isótopos estáveis (O e C) e microestratigrafia de estalagmites aplicadas aos estudos paleoclimáticos do Holoceno no Brasil

    Investigação de variações paleoclimáticas do Holoceno ao presente em áreas situadas no domínio do sistema climático da Monção Sul-Americana de verão e em regiões afetadas diretamente pelo deslocamento anual da Zona de Convergência Intertropical no Brasil, a partir da variação da espessura de laminações e razões isotópicas O e C em amostras de estalagmites datadas pela geocronologia U/Th.

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  • 07/01/06

    Publicação em mídia eletrônica das sondagens geológicas executadas pelo Instituto Geológico (SMA/SP)

    Recuperação de informações geológicas de sondagens realizadas pelo Instituto Geológico, em maior grau possível, e desenvolver materiais destinados à atividade de divulgação científica destes dados, com o desenvolvimento de material em mídia eletrônica e divulgação através da criação de um banco de dados e disponibilização total de forma digital em formato SIG (Sistema de Informações Geográficas)

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  • Monumentos Geológicos da região de Rio Claro – SP

    O projeto tem por objetivo divulgar a comunidade em geral os conhecimentos científicos sobre as ciências naturais, em especial, os monumentos geológicos da região de Rio Claro. Esta região é conhecida por apresentar um patrimônio natural bastante rico, apresentando monumentos geológicos de caráter espeleológico, estratigráfico, geomorfológico, paleoambiental, paleontológico e sedimentológico. Porém, a expansão das cidades e as atividades de mineração colocam em risco alguns destes patrimônios naturais encontrados na região. O projeto visa também à implantação de programas de proteção e educação ambiental nestes monumentos com a finalidade de conservar, valorizar e transmitir às gerações futuras o patrimônio cultural e natural existente na região de Rio Claro.

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  • Caracterização do potencial hidrogeológico e histórico da utilização das águas subterrâneas no município de São José dos Campos

    A ênfase deste projeto de pesquisa é o conhecimento do potencial hídrico subterrâneo na parte da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul que engloba o Município de São José dos Campos. Foram cadastrados trezentos e setenta poços tubulares profundos, distribuídos em sua maioria dentro da Bacia Sedimentar de Taubaté, no Município de São José dos Campos. Obteve-se nos locais dos poços, a Transmissividade (em m2/h) e o Coeficiente de Armazenamento. Com estes dados e por meio da análise dos gráficos de 57 testes de vazão plotados, obteve-se os tipos de aquíferos onde os poços captam água, na região de São José dos Campos e as características de produtividade no local dos poços. O estudo realizado proporcionou o conhecimento do meio físico e do potencial de uso dos recursos hídricos subterrâneos, por meio do levantamento e formação de um cadastro com uma sólida base de dados hidrogeológicos (com a formação de um abrangente cadastro de poços tubulares profundos), climáticos, hidroquímicos e geológicos e, obtenção mapas e cartas temáticas apropriadas ao gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos.

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  • 06/01/06

    Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo

    Os monumentos geológicos representam elementos importantes da paisagem e da geologia que os define. Estes locais representam características geológicas únicas, e compõem a diversidade geológica do Estado. Os monumentos geológicos podem ser definidos como recursos não renováveis de caráter científico e cultural, de conteúdo importante para o conhecimento e estudo da evolução dos processos geológicos do nosso planeta. Neste projeto serão realizadas ações para o inventário dos Monumentos Geológicos no Estado de São Paulo de acordo com as estratégias desenvolvidas pela GILGES, GEOTOPES, WHC, ProGEO (The European Association for the Conservation of the Geological Heritage), e SIGEP. Pretende-se estabelecer um convênio com as entidades nacionais que desenvolvem projetos semelhantes, em outros Estados brasileiros, de modo a contribuir para as ações do SIGEP em âmbito nacional, porém desenvolvendo um inventário de nível regional no Estado de São Paulo.

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  • 04/01/06

    O manto de intemperismo e os níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão: correlações e implicações na evolução da paisagem

    O projeto tem por objetivo estudar os perfis completos de alteração in situ das rochas(saprólito) nos níveis escalonados do planalto de Campos do Jordão, entre o morro do Itapeva e o vale do Capivarí. Inicialmente serão feitas sondagens exploratórias com utilização de métodos geofísicos (sondagens elétricas verticais e caminhamento elétrico), para um primeiro reconhecimento da profundidade do saprólito e da zona de transição saprólito/rocha sã. Com base nos dados fornecidos pelas sondagens geofísicas serão escolhidos sítios representativos para sondagens mecânicas, com a finalidade de obter testemunhos indeformados do perfil de alteração completo (solo, rocha intemperizada e topo da rocha sã). A etapa final consistirá na análise textural, mineralógica e micromorfológica das amostras colhidas nos perfis-tipo de cada um dos níveis topográficos, para caracterização dos materiais intemperizados em toda a sua espessura. Os resultados do projeto devem contribuir para esclarecer a gênese e evolução do manto de intemperismo e para determinar a influência dos fatores clima, relevo e estabilidade tectônica neste processo. Serão portanto importantes para completar o conhecimento da evolução do relevo do planalto e das terras altas do Brasil tropical.

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