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Projetos

  • 25/06/09

    Estudos Históricos de Eventos Climáticos Extremos na Baixada Santista – SP

    Para o entendimento da realidade climática de cada espaço, é importante que se compreenda a inter-relação dos diversos componentes do clima ao longo do tempo, sua intensidade, periodicidade, variabilidade e extremos, bem como sua inter-relação com as características topográficas. Para tanto se torna de grande importância a obtenção de dados climáticos. Entretanto, nem sempre isso é possível, seja pela inexistência de postos de observação, seja pela curta série de dados disponível. A região da Baixada Santista, local de grandes preocupações ambientais, tanto para o poder público e industrial quanto para a população que ali vive, é um exemplo de carência de conhecimento climático pretérito. Não é possível afirmar que os fatos climáticos atuais, em termos de quantidade, intensidade, freqüência, sejam os mesmos que ocorriam no passado ou se estão em um processo de intensificação ou redução, fato esse que interessa aos estudos climatológicos em si e a estudos de mudanças climáticas em última instância. Uma alternativa para essa questão é o levantamento de dados proxi ou dados indiretos. Esses dados encontram-se disponíveis em jornais, coleções fotográficas e publicações diversas, em arquivos públicos e privados e através deles, pode-se inferir sobre o nível de gravidade da ocorrência de eventos climáticos intensos. Esses dados indiretos podem indicar o que ocorreu após tempestades, ventanias, precipitação intensa e contínua, entre outros, tais como escorregamentos, desmoronamentos, corridas de lama, queda de blocos de rocha, inundações, alagamentos, etc. O conhecimento desses eventos, visto a destruição da infra-estrutura urbana, prejuízos materiais, grande número de desabrigados, doenças e mortes que provocam, são de enorme importância no gerenciamento ambiental. O objetivo da pesquisa é oferecer um conhecimento quantitativo, qualitativo e temporal de eventos climáticos agressivos e extremos da Baixada Santista, de modo a subsidiar os trabalhos de atendimento à população da Baixada Santista, desenvolvidos anualmente pelo PPDC - Plano Preventivo de Defesa Civil, do qual o Instituto Geológico é parte integrante. Como objetivo secundário propõe-se realizar um estudo comparativo dos dados de parâmetros climáticos existentes para a cidade de Santos nos Boletins Meteorológicos editados pela Comissão Geográfica e Geológica e pelo Instituto Geográfico e Geológico, na busca de períodos, nos quais eventos extremos possam ter ocorrido.

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  • 01/06/09

    FRATASG II – Investigação regional do potencial da recarga do Sistema Aquífero Guarani através dos basaltos do Aqüífero Serra Geral

    O objetivo principal do FRATASG II é avaliar a extensão das regiões às quais os resultados do FRATASG são aplicáveis através do estudo da estratigrafia dos derrames de basalto e da verificação da existência de estruturas verticais que atravessam o Aqüífero Serra Geral (ASG) e que potencialmente promovam a recarga do Sistema Aqüífero Guarani (SAG), em escala regional, na área adjacente ao afloramento dos arenitos do SAG. Assim, a região de investigação se estende desde Araraquara-São Carlos, na porção norte do Estado, até a região de Avaré-Itaí, no sudoeste do Estado. O projeto deverá apresentar como resultado principal, em faixa adjacente ao afloramento do contato entre arenitos e basaltos, a indicação de regiões onde o ASG confina o SAG e regiões onde estruturas verticais, que seccionam os basaltos, apresentem o potencial de recarregar os arenitos. Além disso, seções geológicas construídas a partir de dados de campo, e checadas com base em petrografia e química de rocha, indicarão tanto a estratigrafia detalhada em vários locais como as possíveis correlações regionais. Aqueles derrames que apresentarem estruturas, de resfriamento ou tectônicas, importantes para o fluxo de água subterrânea, também serão indicados.

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  • 30/04/09

    Padrões, Processos e Fragmentação da Mata Atlântica: Efeitos Climáticos e Antrópicos ao Longo do Holoceno, Região Sul da Grande São Paulo, Brasil

    Mudanças globais atuais envolvem processos complexos, relacionados à ação antrópica no ambiente. A ocupação do espaço, o crescimento populacional, a urbanização e a poluição do meio afetam, cada vez mais, as condições de sustentabilidade dos recursos naturais, a qualidade ambiental e o clima. O presente projeto objetivou estudar os efeitos da ocupação humana na paisagem, procurou delinear as diferentes dinâmicas ocupacionais, em escalas temporais distintas, com a finalidade de entender os processos de interação, fragmentação, impactos ambientais e perda do patrimônio genético da floresta Atlântica. O estudo incluirá os levantamentos de sítios arqueológicos e sua localização na paisagem. Eles são importantes marcadores ambientais, pois guardam informações sobre a composição da paisagem no passado, através de seus constituintes físicos (solo), químicos (elementos geoquímicos) e biológicos (pólens, vestígios faunísticos e florísticos). A comparação dos elementos atuais que compõem a paisagem com os dados arqueológicos possibilitarão avaliar a fragmentação e a perda do patrimônio genético da floresta Atlântica ao longo dos diferentes processos de ocupação, durante os últimos milênios. As atividades elaboradas no período estiveram vinculadas sobretudo à metodologia de estudo em fragmentos da Mata Atlântica na região metropolitana de São Paulo, envolvendo análise de dados espaciais - por meio de técnicas de SIG, GPS e Sensoriamento Remoto - e chuva polínica em áreas de proteção ambiental, situadas no entorno da represa Billings, distribuídas entre os municípios de Diadema, São Bernardo do Campo e São Paulo, delimitadas espacialmente entre as coordenadas 23°54´ e 23°37´S e 46°50’ e 46°29’W com cerca de 1.62 km² de área.

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  • Influência da abertura de cavas de extração de areia e inundações para cultivo de arroz no aquífero freático da várzea do Rio Paraíba do Sul, Município de Tremembé, SP

    Na região leste do estado de São Paulo, o Vale do Rio Paraíba do Sul é constituído pela Bacia Sedimentar de Taubaté, de idade terceária e quartenária. Durante o período recente (quartenário), a geomorfologia do Vale é constituída pelos meandros abandonados do Rio Paraíba do Sul, periodicamente sujeitos ao entulho de sedimentos (areias e argilas orgânicas) provenientes das cheias sazonais. No município de Tremembé a espessura desses sedimentos atinge até 16 metros. Atualmente, as planícies do Rio Paraíba do Sul não sofrem inundações provenientes das cheais, pois as vazões do rio são controladas por diversas barragens situadas a montante. As inundações atuais (artificiais) são provocadas pelo cultivo de arroz nas várzeas. Como consequência, o nível d'água do aquífero freático sobe e, na superfície a água sofre grande evaporação. Além deste fator de oscilação do nível d'água, outra atividade econômica influência o nível dos lençóis freáticos da região, a extração de areia, cujas cavas abandonadas formam lagos artificial com grande área de evaporação. O município de Tremembé é o que possui a maior área de lagos artificial na região do Vale do Paraíba, tendo 29 portos de areia desativados e 16 ativos. Esse estudo tem por objetivo, estabelecer medidas hidroclimatológicas de uma área da várzea do Rio Paraíba do Sul no município de Tremembé a fim de realizar um balanço hídrico e comparar o excedente hídrico com medidas do nível d'água do aquífero freático em um local onde ocorrem as atividades econômicas mencionadas, a fim de estabelecer a relação destes fatores na dinâmica do aquífero freático.

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  • 01/03/09

    Caracterização Ambiental Integrada, Risco Ecológico e Sustentabilidade Ambiental dos Micro-Biomas Remanescentes de Planície Costeira e Baixa Encosta no Município de Bertioga (SP)

    Este projeto de pequisa pretende realizar uma análise ambiental integrada da paisagem na região de Bertioga (SP), sob a perspectiva da Avaliação de Risco Ecológico (ARE) dos micro-biomas remanescentes na planície costeira e baixa encosta. Para tanto serão obtidos, analisados e integrados atributos dos componentes abióticos (hidroclimatológicos, hídricos superficiais e subterrâneos, geológicos, geomorfológicos, solos), bióticos (vegetação, fauna) e sócio-econômiocs (uso e ocupação do solo, paisagem cênica) dos ecossistemas costeiros. A finalidade será avaliar a sustentabilidade ambiental desses micro-biomas e fornecer elementos teóricos e práticos para conservar, proteger, reparar e/ou desenvolver sustentavelmente os ambientes costeiros. Além do aprimoramento da abordagem metodológica para ARE existente na literatura, os resultados apresentados na forma de mapas (diagnósticos) e cartas (prognósticos) temáticas em um sistema de informação geográfica, permitirão utilização acadêmica e aplicações no planejamento territorial municipal e nos instrumentos do Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro.

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  • 15/01/09

    Definição de geoindicadores e quantificação numérica da degradação ambiental devido à extração mineral no Litoral Norte do Estado de São Paulo

    O Litoral Norte do Estado de São Paulo apresenta expressivo desenvolvimento econômico com conseqüentes demandas para o uso dos recursos naturais e de espaços para a ocupação urbana, em contraposição a grande relevância para a conservação da biodiversidade e da Mata Atlântica, pois cerca de 70% dos seus 1950km2 são constituídos por unidades de conservação de proteção integral. A exploração mineral de uso direto na construção civil, tais como areia, saibro, rocha para brita e cantaria constituiu fator importante para a ocupação da região. Dentre esses, a extração de saibro (material argilo-arenoso proveniente do solo de alteração de rochas granítico-gnáissicas da região) teve papel fundamental, pois permitiu o aterramento de áreas alagadiças e a implantação de núcleos habitacionais e da infraestrutura viária. Seu aproveitamento ocorreu de uma forma desordenada até que a ação fiscalizadora do poder público, a partir da década de 1990 fosse capaz de limitar quase que completamente esse tipo de lavra ilegal. No entanto, essa ação não conseguiu sucesso na promoção da recuperação ambiental de pelo menos 285 áreas degradadas pela atividade de mineração. As áreas degradadas depreciam o patrimônio paisagístico da região com vocação turística, oferecem perigos relacionados à movimentos de massa e veiculação hídrica à população, à equipamentos e ao meio ambiente e consistem num fator de restrição ao desenvolvimento legal da atividade econômica de mineração. O projeto procura responder as questões: Qual a intensidade de degradação dos sítios minerados? Como classificar e hierarquizar a degradação nos diferentes municípios, sub-bacias ou bairros? Quais indicadores e índices seriam adequados para serem utilizados em um monitoramento da qualidade ambiental? O estudo tem como objetivos a definição de indicadores da degradação ambiental devido à exploração mineral de saibro e rocha, ocorrida no Litoral Norte nas últimas quatro décadas; a quantificação numérica da degradação e a análise da evolução dos indicadores e do índice de degradação no período entre as décadas de 1960 e 2001 para os quatro municípios do Litoral Norte (Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba). O método baseia-se na obtenção, tratamento e análise de dados por meio de Sistema de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto, incluindo processamento digital de imagens, definição de unidades de análises e atributos, definição de indicadores e testes e definição de algorítmos, incluindo os pesos de cada parâmetro ou índice, a ser utilizado na definição do índice de degradação e no estabelecimento de áreas críticas. A pesquisa amplia o escopo de projetos anteriores e procura avançar no desenvolvimento metodológico e no tratamento e análise dos dados, o que permitirá a proposição de melhores práticas para a implantação de políticas públicas de recuperação sócio-ambiental das áreas degradadas pela mineração do Litoral Norte.

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  • 01/12/08

    Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Candido Rodrigues, Fernando Prestes, Itanhaém, Jambeiro, Matão, Monte Alto, Mongaguá, Natividade da Serra, Peruíbe

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • Mapeamento das áreas de risco a escorregamentos, inundações e erosão do município de Araraquara, Bebedouro, Rincão, São Luiz de Paraitinga, Sertãozinho

    O mapeamento de áreas de risco a escorregamentos e inundações é um dos instrumentos adequados e eficazes para a elaboração de políticas urbanas de prevenção de riscos. Consiste em análises qualitativas e qualitativas de superfície, identificando os processos relacionados aos movimentos de massa e inundações/enchentes nas áreas de risco, a vulnerabilidade das ocupações e a probabilidade de ocorrência dos eventos. É realizado um zoneamento (setorização), classificando o risco em Baixo, Médio, Alto e Muito Alto. Posteriormente são indicadas as medidas mitigadoras do risco através de medidas estruturais (obras) e não estruturais (planos preventivos, remoções definitivas ou temporárias). Desde 2004 o Instituto Geológico vem elaborando o mapeamento de áreas de risco de municípios do Estado de São Paulo, para subsidiar ações, articuladas pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), na identificação e análise dos riscos associados a escorregamentos e inundações, com vistas à minimização e prevenção de acidentes e de danos aos moradores dessas áreas críticas. Na 4ª campanha de mapeamento, efetuada no período de 2007 a 2008, o Instituto Geológico identificou as áreas de risco de quatorze municípios, localizados no Litoral do Estado (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe), na Região de Ribeirão Preto e Araraquara (Bebedouro, Matão, Rincão, Sertãozinho, Araraquara, Fernando Prestes, Monte Alto, Candido Rodrigues) e na Região do Vale do Paraíba (São Luiz de Paraitinga, Natividade da Serra e Jambeiro). Esses mapeamentos vêm sendo utilizados, pelos municípios, nas ações de gerenciamento e monitoramento previstos nos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC).

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  • 01/11/08

    Tufas da Serra do André Lopes (SP): distribuição, gênese e implicações paleoclimáticas

    Depósitos de tufa, de idade possivelmente quaternária, ocorrem na Serra do André Lopes, no Vale do Ribeira (SP), associados a sistema cárstico desenvolvido sobre rochas carbonáticas proterozóicas. A origem da deposição da tufa se deve à associação entre ao alto teor de carbonato de cálcio dissolvido nas águas e à atividade biológica. No Brasil a deposição ativa e antiga de tufa é pouco comum e muitas vezes os depósitos são explorados economicamente. Na Serra de André Lopes são conhecidas duas localidades de tufa, descritas em projetos de mapeamento geológico, que descreveram de forma sucinta e indicaram uma idade quaternária, sem datações absolutas. Pretende-se com este projeto obter apoio para o estudo geológico das tufas da Serra do André Lopes, objetivando o mapeamento geológico, a proposição da unidade, o estudo da gênese, das condições paleoambientais, da relação com o sistema cárstico, a determinação da idade dos depósitos, correlações com outros depósitos e o estabelecimento os padrões de variação paleoclimática para o período de deposição. Para o estudo dos depósitos de tufa serão realizados trabalhos de campo, com coleta de amostras, levantamento de seções e mapeamento geológico, e trabalhos de laboratório, tais como análise textural, mineralógica e geoquímica e datação absoluta por radiocarbono. Face aos poucos estudos sobre as tufas da Serra do André Lopes, um dos resultados do presente projeto será a obtenção de informações paleoclimáticas e paleoambientais especialmente pelo uso de indicadores isotópicos e geoquímicos, além dos fósseis e geocronologia.

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  • 01/10/08

    Padrões de Ocupação Urbana e Contaminação por Nitrato nas Águas Subterrâneas do Sistema Aquífero Bauru, Centro-Oeste do Estado de São Paulo

    O Sistema Aquífero Bauru é um dos mais extensos reservatórios subterrâneos do Estado de São Paulo e o mais intensivamente explorado. Altas concentrações de nitrato, acima do padrão de potabilidade (10 mg/L NO3- - N), foram detectadas em vários poços tubulares e cacimbas, situados nas áreas urbanas dos municípios de Bauru, Marília e Presidente Prudente, região centro-oeste do interior paulista. O objetivo principal deste projeto consiste em avaliar as tendências de incremento nas concentrações de nitrato nas águas subterrâneas, ao longo do tempo e espaço, frente aos padrões de ocupação urbana nestes municípios. As atividades previstas compreendem o cadastro das fontes potenciais de contaminação (fossas sépticas e negras, fugas das redes de esgoto), dos poços tubulares e/ou cacimbas, coleta de amostras de água subterrânea para análises físico–químicas, químicas e isótopos estáveis, elaboração de mapas de uso e ocupação do solo e estimativas das cargas potenciais de nitrato. Acredita-se que os resultados deste estudo possam definir relações entre as densidades de ocupação e saneamento e as concentrações de nitrato, bem como estabelecer critérios e recomendações que permitam nortear os poderes públicos na elaboração de programas de proteção dos aquíferos no Estado de São Paulo.

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