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Projetos

  • 30/03/11

    A Aloformação Paranavaí no Estado de São Paulo

    A Aloformação Paranavaí (Alogrupo Alto Rio Paraná) é uma unidade aloetratigráfica representam a história geológica quaternária da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Paraná. Esta unidade é composta por depósitos coluviais homogêneos, arenáceos e rudáceos, originados in situ ou com transporte restrito, a partir de unidades litoestratigráficas cretáceas intemperizadas da Superseqüência Bauru. Esses registro sedimentar da Bacia do Alto Rio Paraná, desde no mínimo 1 Ma passados até os dias atuais, testemunhariam importantes mudanças paleoclimáticas e/ou eventos neotectônicos, que permitem sistematizar as fases evolutivas geológico-geomorfológicas cenozóicas do Brasil. Porém, até o momento, os depósitos da Aloformação Paranavaí em subsuperfície são desconhecidos, embora provavelmente possam conter importantes registros estratigráficos, paleoclimáticos e/ou de tectônica recente, que poderiam ser detectados por estudos detalhados sedimentológicos devidamente datados pelo método de luminescência. Desta forma, o projeto visa estudar os sedimentos de subsuperfície da Aloformação Paranavaí.

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  • 14/03/11

    Biogeografia de Costões Rochosas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo

    Título: Biogeografia de Costões Rochosas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo Coordenador: Celia Regina de Gouveia Souza Equipe: Período: Descrição: No Brasil, os costões rochosos são estruturados de diversas maneiras, podendo ser formados por paredões verticais a suavemente inclinados e bastante uniformes, que se estendem muitos metros acima e abaixo da superfície do mar, ou por matacões […]

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  • 01/02/11

    Coleções de História Natural no Museu Paulista, 1894-1916

    Trata-se de projeto de capacitação (mestrado) em desenvolvimento junto ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, sob orientação da Profa. Dra. Heloisa Barbuy. O projeto parte da constatação de que, via de regra, a atenção dos trabalhos sobre Patrimônio Geológico recai sobre elementos in loco (chamados de monumentos ou sítios geológicos). Todavia, a noção de Patrimônio Geológico abarca também as amostras retiradas de seu contexto original e depositadas em museus e outras instituições dedicadas à guarda de acervos. Nesse sentido, muito antes do surgimento de um movimento em prol da preservação in loco de afloramentos rochosos e jazigos fossilíferos, coleções mineralógicas e paleontológicas já eram formadas no âmbito das instituições dedicadas às geociências e ciências naturais. Visando justamente compreender esses processos de patrimonialização da natureza que se dão ex-situ, essa pesquisa toma como objeto de estudo o Museu Paulista em sua primeira fase (1894 a 1916), quando a instituição era, sobretudo, um museu de História Natural (abrigando coleções de Zoologia, Botânica, Mineralogia, Paleontologia, entre outras). Pretende-se, portanto, realizar uma análise minuciosa do conteúdo dessas coleções de História Natural do Museu, com vistas a compreender a formação desse acervo e seu emprego nas exposições. Tal investigação – a ser desenvolvida, basicamente, por meio da documentação histórica produzida pelo próprio museu – permitirá delinear com maior precisão os critérios que orientaram as aquisições de espécimes e as soluções expositivas adotadas. Almeja-se, finalmente, que a pesquisa – ao investigar as práticas de coleta, conservação e exibição de espécimes num momento anterior ao da consolidação da noção de monumento geológico – possibilite, por meio de análise comparativa, situar historicamente os procedimentos hoje empregados na conservação e divulgação do Patrimônio Geológico.

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  • 30/06/10

    Propriedades Texturais de Dunas Fósseis Quartenárias da Amazônia

    No Quaternário, que compreende o período atual até 2,6 milhões de anos passados, sucederam-se vários episódios de variações climáticas e movimentações tectônicas acompanhadas por oscilações relativas do nível do mar e estágios glaciais. Durante o Pleistoceno Tardio os ecossistemas brasileiros passaram por diversas mudanças ambientais, influenciados pelo resfriamento global e pelo aumento gradativo da temperatura durante o Holoceno. Dunas fósseis quaternárias foram identificadas nas margens do Rio Negro no Estado do Amazonas por Carneiro Filho et al. (2002 e 2003). Formam campos arenosos atualmente recobertos por savana ou florestas sob clima úmido. A existência de dunas e savanas é sugestiva de paleoclima mais seco que o atual, no intervalo de transição do Pleistoceno – Holoceno. As areias formam dunas eólicas de até 35 m de altura, alinhadas na direção NE-SW. Carneiro Filho et al. (2002) realizaram datações por termoluminescência (TL) em sedimentos arenosos, obtendo idades variáveis entre 8.000 a 32.000 anos passados, atribuíveis a episódios de atividades eólicas mais intensas sob condições paleoclimáticas mais secas que as atuais. Neste estudo pretende-se analisar os sedimentos as amostras provenientes de dunas e de terraços fluviais, já datadas, para tentar diagnosticar diferentes gerações de dunas e diagnosticar sua origem eólica.

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  • Mudanças Climáticas durante o Quaternário: Evidências Geoquímicas e Isotópicas de sedimentos lacustres do sul do Brasil

    No Quaternário, que compreende o período atual até 2,6 milhões de anos passados, sucederam-se vários episódios de variações climáticas e movimentações tectônicas acompanhadas por oscilações relativas do nível do mar e estágios glaciais. Durante o Pleistoceno Tardio os ecossistemas brasileiros passaram por diversas mudanças ambientais, influenciados pelo resfriamento global e pelo aumento gradativo da temperatura durante o Holoceno. A região noroeste do Paraná, que abrigava até recentemente a Floresta Tropical Pluvial de Planalto, apresenta diversos sistemas lacustres que ainda não foram estudados sob os pontos de vista geológicos e paleontológicos. Neste estudo pretende-se analisar os sedimentos lacustres da Lagoa da Fazenda (Jussara PR), coletados por meio de sondagens em 2006, através de dados geoquímicos e isotópicos para estabelecer as possíveis mudanças climáticas que ocorreram durante o Quaternário no Brasil e suas correlações com os eventos glaciais dos últimos 16.000 anos.

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  • 14/03/10

    Monitoramento do Perfil Praial para Avaliação de Impactos das Obras de Dragagem do Porto de Santos (Sub-Projeto do Projeto de Monitoramento da Erosão Costeira no Estado de São Paulo)

    Título: Monitoramento do Perfil Praial para Avaliação de Impactos das Obras de Dragagem do Porto de Santos (Sub-Projeto do Projeto de Monitoramento da Erosão Costeira no Estado de São Paulo) Coordenador: Celia Regina de Gouveia Souza Equipe: Período: Descrição: Atividades de dragagem para aprofundamento e alargamento de um canal de navegação de um porto podem desequilibrar os processos […]

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  • 08/01/10

    Monumento Geológico da Pedra do Baú, São Bento do Sapucaí – SP

    Título: Monumento Geológico da Pedra do Baú, São Bento do Sapucaí – SP Coordenadores: Silvio Takashi Hiruma/ Antônio Luiz Teixeira Equipe: Silvio Takashi Hiruma/ Antônio Luiz Teixeira Período: 8/1/2010 – 10/30/2011 Descrição:  A Pedra do Baú, situada no Município de São Bento do Sapucaí (SP), na borda sudoeste do Planalto de Campos do Jordão, é uma imponente feição […]

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  • 30/10/09

    Caracterização sedimentológica de subsuperfície da Formação Tremembé, Bacia de Taubaté

    Diversos estudos realizados na Bacia de Taubaté versaram a origem de sua formação tectônica, os processos de sedimentação e cartografia das unidades estratigráficas. Porém, poucos estudos foram realizados com os depósitos sedimentares de subsuperfície da Bacia de Taubaté. No âmbito do Projeto de Pesquisa em Políticas Públicas intitulado “Projeto Piloto De Recarga Artificial De Aqüíferos, na Bacia Hidrográfica do Rio Una, em Taubaté” (Processo FAPESP 03/07183-1) sob coordenação do pesquisador científico Hélio Nóbile Diniz (Processo SMA 30114/03), foram executados duas sondagens para instalação de poços tubulares profundos. Essas sondagens foram executadas com recuperação total de testemunhos, com até 6 polegadas de diâmetro, preservando as características originais sedimentares dos depósitos e propiciando o adequado estudo de uma porção da seqüência sedimentar que forma a Formação Tremembé. Este projeto de pesquisa visa estudar os sedimentos de subsuperfície da Formação Tremembé sob pontos de vista sedimentológico e estratigráfico. Os resultados obtidos deverão melhorar o entendimento paleoambiental deposicional da Bacia de Taubaté.

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  • 30/08/09

    Estação Ecológica da Juréia–-Itatins (SP): flutuações de níveis marinhos abaixo do atual no Holoceno

    A Estação Ecológica Juréia-Itatins (EEJI) está situada ao norte da Planície Cananéia-Iguape, no sudeste do Estado de São Paulo (SP). Estende-se por área superior a 600 km2, dos quais mais de 100 km2 são ocupados pelo Morro da Juréia e maciços menores de rochas cristalinas pré-cambrianas. Depósitos paleolagunares quaternários são até o momento praticamente desconhecidos, embora provavelmente possam conter importantes registros de oscilações negativas dos paleoníveis marinhos. Atualmente a área dos depósitos paleolagunares é drenada pelos rios Comprido e Cacunduva, formadores do Rio Una de Aldeia, que desemboca no Oceano Atlântico e, ainda, pelo Rio das Pedras, que desemboca no Rio Ribeira de Iguape. Nas margens desses rios e nas proximidades ocorrem vários sambaquis. Desta forma, o projeto visa estudar esses depósitos principalmente sob pontos de vista sedimentológico, paleontológico e estratigráfico, na área da EEJI. Os resultados obtidos deverão melhorar o entendimento das oscilações negativas dos paleoníveis marinhos, desacreditadas por alguns pesquisadores.

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  • 01/07/09

    A dinâmica da drenagem subterrânea nos planaltos cársticos do Rio Betari, Vale do Ribeira – SP

    Os mecanismos de gênese e desenvolvimento de aqüíferos cársticos levam à formação de meios altamente descontínuos e heterogêneos. Nestes meios, a modelagem hidrológica baseada na noção de volume elementar representativo não pode ser utilizada. No entanto, a descarga destes aqüíferos costuma concentrar-se numa única ressurgência, característica que tem estimulado o uso da análise de sistemas para entender suas propriedades. O princípio da técnica é considerar o aqüífero como um filtro que transforma um sinal de entrada (precipitação) num sinal de saída (débito). Portanto, o grau de transformação do sinal de entrada fornece informações a respeito da natureza do fluxo no sistema. Nesta análise, variáveis relacionadas ao relevo da zona de recarga e ao arranjo espacial da drenagem subterrânea também devem ser consideradas. Nesta pesquisa pretende-se monitorar simultaneamente alguns aqüíferos cársticos do Vale do Ribeira, para compreender como os diferentes componentes do sistema interferem na hidrodinâmica e no fluxo de matéria registrados em nascentes. Para proceder a análise comparada serão realizados: (a) monitoramento dos débitos e do fluxo de matéria nas fontes cársticas; (b) monitoramento das precipitações nas zonas de recarga; (c) testes com traçadores para identificar a geometria e caracterizar o transporte nas rotas de fluxo; (d) análise geomorfológica das zonas de recarga. Um monitoramento para caracterizar a dinâmica da infiltração no epicarste da zona de recarga será realizado em um dos sistemas. Ferramentas para a análise espectral serão utilizadas para a caracterização hidrológica dos sistemas e para quantificar as diversas relações impulso-resposta. A estimativa de parâmetros hidráulicos nos testes com traçadores será obtida pelo método dos momentos. Esta pesquisa fornecerá parâmetros fundamentais para o desenvolvimento sustentado de aqüíferos cársticos e para o manejo de áreas de conservação.

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