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Projetos

  • 01/06/11

    Caracterização sedimentológica de aluviões com ocupações arqueológicas, Alto Rio Paraná (SP, MS)

    Pesquisas arqueológicas no Alto Rio Paraná foram iniciadas em 1993 com o Projeto Arqueológico Porto Primavera, MS (PAPPMS), que envolveram trabalhos de salvamento do patrimônio arqueológico descoberto durante a construção da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta (UHESM) (Contrato n° MMA/CESP-FAPEC/01/97 – CESP/FAPEC, Autorização IPHAN Portarias nº 236 de 24/11/95 D.O.U. 27/11/95, nº 265 de 23/07/96 D.O.U. de 24/07/96 e nº 55 de 29/10/97). O espaço afetado pelo reservatório dessa usina abrange uma área de cerca de 192.000 ha. Nessas pesquisas foram registrados e descritos diversos sítios arqueológicos que se encontram em diques marginais, paleoilhas e terraços cuja composição sedimentológica é, aparentemente, homogênea. Este projeto de pesquisa visa estudar os sedimentos provenientes de sítios arqueológicos da margem do Alto Rio Paraná. Estes sítios em sua maioria atualmente estão inundados pelo reservatório, sendo os únicos testemunhos que restaram desta história geológica e arqueológica, sob pontos de vista sedimentológico e estratigráfico. Os resultados obtidos deverão melhorar o entendimento paleoambiental deposicional da história evolutiva da Bacia Hidrográfica do Rio Paraná.

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  • Caracterização dos registros geológicos na região da Cratera de Colônia, SP: base para um desenvolvimento ambientalmente sustentável

    O principal objetivo da pesquisa é caracterizar os registros geológicos aflorantes na Cratera de Colônia e seu entorno. O tema apresenta grande relevância científica, uma vez que, ainda existem inúmeras questões geológicas em abertas com relação à origem e o processo de formação da cratera. Assim também, a presença de uma possível cratera de impacto (astroblema) na região pressupõe a existência de um cenário geológico único, com ambiente deposicional endorreico. Nesse palco, os sedimentos depositados podem preservar informações valiosas para realizar estudo de comparação sobre a evolução geológica e o paloeambiente da região. Essa abordagem também contempla uma avaliação preliminar dos impactos decorrentes das atividades antrópicas nas regiões acima referida.

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  • 01/05/11

    Análise mineralógica de sedimentos paleolagunares da Juréia, SP

    Neste projeto serão determinadas as variações naturais regionais de elementos químicos e isotópicos que ocorrem no Estado de São Paulo, de acordo com protocolos e padrões estabelecidos pelas “Global Geochemical Baselines” (IUGS). O projeto será desenvolvido em 4 fases no período total de 8 anos, com o estabelecimento de um banco de dados geoquímicos através de amostragem de baixa densidade em função da Rede de Referência Global (células quadráticas de 160x160 km). Na fase 1, em uma célula serão coletadas amostras de rocha, sedimentos e solos para análise geoquímica e de radioelementos naturais (234U, 232Th e 40K). Os dados analíticos obtidos com as amostras de campo, conjuntamente com levantamento bibliográfico de análises geoquímicas já efetuadas no Estado de São Paulo, irão compor o quadro geoquímico regional preliminar. Com esses dados geológicos inéditos será possível estabelecer valores de background geoquímico natural, permitindo compor o diagnóstico da qualidade ambiental natural do Estado de São Paulo, com identificação de regiões que devem ter políticas públicas especificas em função da composição geológica.

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  • BACKGEO – Estabelecimento de Background Geoquímico Natural no Estado de São Paulo

    Neste projeto serão determinadas as variações naturais regionais de elementos químicos e isotópicos que ocorrem no Estado de São Paulo, de acordo com protocolos e padrões estabelecidos pelas “Global Geochemical Baselines” (IUGS). O projeto será desenvolvido em 4 fases no período total de 8 anos, com o estabelecimento de um banco de dados geoquímicos através de amostragem de baixa densidade em função da Rede de Referência Global (células quadráticas de 160x160 km). Na fase 1, em uma célula serão coletadas amostras de rocha, sedimentos e solos para análise geoquímica e de radioelementos naturais (234U, 232Th e 40K). Os dados analíticos obtidos com as amostras de campo, conjuntamente com levantamento bibliográfico de análises geoquímicas já efetuadas no Estado de São Paulo, irão compor o quadro geoquímico regional preliminar. Com esses dados geológicos inéditos será possível estabelecer valores de background geoquímico natural, permitindo compor o diagnóstico da qualidade ambiental natural do Estado de São Paulo, com identificação de regiões que devem ter políticas públicas especificas em função da composição geológica.

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  • 30/03/11

    A Aloformação Paranavaí no Estado de São Paulo

    A Aloformação Paranavaí (Alogrupo Alto Rio Paraná) é uma unidade aloetratigráfica representam a história geológica quaternária da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Paraná. Esta unidade é composta por depósitos coluviais homogêneos, arenáceos e rudáceos, originados in situ ou com transporte restrito, a partir de unidades litoestratigráficas cretáceas intemperizadas da Superseqüência Bauru. Esses registro sedimentar da Bacia do Alto Rio Paraná, desde no mínimo 1 Ma passados até os dias atuais, testemunhariam importantes mudanças paleoclimáticas e/ou eventos neotectônicos, que permitem sistematizar as fases evolutivas geológico-geomorfológicas cenozóicas do Brasil. Porém, até o momento, os depósitos da Aloformação Paranavaí em subsuperfície são desconhecidos, embora provavelmente possam conter importantes registros estratigráficos, paleoclimáticos e/ou de tectônica recente, que poderiam ser detectados por estudos detalhados sedimentológicos devidamente datados pelo método de luminescência. Desta forma, o projeto visa estudar os sedimentos de subsuperfície da Aloformação Paranavaí.

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  • 14/03/11

    Biogeografia de Costões Rochosas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo

    Título: Biogeografia de Costões Rochosas de Ubatuba, litoral norte de São Paulo Coordenador: Celia Regina de Gouveia Souza Equipe: Período: Descrição: No Brasil, os costões rochosos são estruturados de diversas maneiras, podendo ser formados por paredões verticais a suavemente inclinados e bastante uniformes, que se estendem muitos metros acima e abaixo da superfície do mar, ou por matacões […]

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  • 01/02/11

    Coleções de História Natural no Museu Paulista, 1894-1916

    Trata-se de projeto de capacitação (mestrado) em desenvolvimento junto ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, sob orientação da Profa. Dra. Heloisa Barbuy. O projeto parte da constatação de que, via de regra, a atenção dos trabalhos sobre Patrimônio Geológico recai sobre elementos in loco (chamados de monumentos ou sítios geológicos). Todavia, a noção de Patrimônio Geológico abarca também as amostras retiradas de seu contexto original e depositadas em museus e outras instituições dedicadas à guarda de acervos. Nesse sentido, muito antes do surgimento de um movimento em prol da preservação in loco de afloramentos rochosos e jazigos fossilíferos, coleções mineralógicas e paleontológicas já eram formadas no âmbito das instituições dedicadas às geociências e ciências naturais. Visando justamente compreender esses processos de patrimonialização da natureza que se dão ex-situ, essa pesquisa toma como objeto de estudo o Museu Paulista em sua primeira fase (1894 a 1916), quando a instituição era, sobretudo, um museu de História Natural (abrigando coleções de Zoologia, Botânica, Mineralogia, Paleontologia, entre outras). Pretende-se, portanto, realizar uma análise minuciosa do conteúdo dessas coleções de História Natural do Museu, com vistas a compreender a formação desse acervo e seu emprego nas exposições. Tal investigação – a ser desenvolvida, basicamente, por meio da documentação histórica produzida pelo próprio museu – permitirá delinear com maior precisão os critérios que orientaram as aquisições de espécimes e as soluções expositivas adotadas. Almeja-se, finalmente, que a pesquisa – ao investigar as práticas de coleta, conservação e exibição de espécimes num momento anterior ao da consolidação da noção de monumento geológico – possibilite, por meio de análise comparativa, situar historicamente os procedimentos hoje empregados na conservação e divulgação do Patrimônio Geológico.

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  • 30/06/10

    Propriedades Texturais de Dunas Fósseis Quartenárias da Amazônia

    No Quaternário, que compreende o período atual até 2,6 milhões de anos passados, sucederam-se vários episódios de variações climáticas e movimentações tectônicas acompanhadas por oscilações relativas do nível do mar e estágios glaciais. Durante o Pleistoceno Tardio os ecossistemas brasileiros passaram por diversas mudanças ambientais, influenciados pelo resfriamento global e pelo aumento gradativo da temperatura durante o Holoceno. Dunas fósseis quaternárias foram identificadas nas margens do Rio Negro no Estado do Amazonas por Carneiro Filho et al. (2002 e 2003). Formam campos arenosos atualmente recobertos por savana ou florestas sob clima úmido. A existência de dunas e savanas é sugestiva de paleoclima mais seco que o atual, no intervalo de transição do Pleistoceno – Holoceno. As areias formam dunas eólicas de até 35 m de altura, alinhadas na direção NE-SW. Carneiro Filho et al. (2002) realizaram datações por termoluminescência (TL) em sedimentos arenosos, obtendo idades variáveis entre 8.000 a 32.000 anos passados, atribuíveis a episódios de atividades eólicas mais intensas sob condições paleoclimáticas mais secas que as atuais. Neste estudo pretende-se analisar os sedimentos as amostras provenientes de dunas e de terraços fluviais, já datadas, para tentar diagnosticar diferentes gerações de dunas e diagnosticar sua origem eólica.

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  • Mudanças Climáticas durante o Quaternário: Evidências Geoquímicas e Isotópicas de sedimentos lacustres do sul do Brasil

    No Quaternário, que compreende o período atual até 2,6 milhões de anos passados, sucederam-se vários episódios de variações climáticas e movimentações tectônicas acompanhadas por oscilações relativas do nível do mar e estágios glaciais. Durante o Pleistoceno Tardio os ecossistemas brasileiros passaram por diversas mudanças ambientais, influenciados pelo resfriamento global e pelo aumento gradativo da temperatura durante o Holoceno. A região noroeste do Paraná, que abrigava até recentemente a Floresta Tropical Pluvial de Planalto, apresenta diversos sistemas lacustres que ainda não foram estudados sob os pontos de vista geológicos e paleontológicos. Neste estudo pretende-se analisar os sedimentos lacustres da Lagoa da Fazenda (Jussara PR), coletados por meio de sondagens em 2006, através de dados geoquímicos e isotópicos para estabelecer as possíveis mudanças climáticas que ocorreram durante o Quaternário no Brasil e suas correlações com os eventos glaciais dos últimos 16.000 anos.

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  • 14/03/10

    Monitoramento do Perfil Praial para Avaliação de Impactos das Obras de Dragagem do Porto de Santos (Sub-Projeto do Projeto de Monitoramento da Erosão Costeira no Estado de São Paulo)

    Título: Monitoramento do Perfil Praial para Avaliação de Impactos das Obras de Dragagem do Porto de Santos (Sub-Projeto do Projeto de Monitoramento da Erosão Costeira no Estado de São Paulo) Coordenador: Celia Regina de Gouveia Souza Equipe: Período: Descrição: Atividades de dragagem para aprofundamento e alargamento de um canal de navegação de um porto podem desequilibrar os processos […]

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