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Projetos

  • 12/01/01

    Planejamento e gestão ambiental da atividade minerária na bacia do rio Mogi Guaçu

    O projeto objetivou a sistematização digital e georeferenciada das informações existentes acerca da atividade de extração mineral e a identificação e avaliação preliminar de áreas críticas quanto a critérios específicos, como concentração de processos minerários, potencial de conflitos com outros usos do solo, etc., na bacia do Rio Mogi-Guaçu, região que engloba 37 municípios no nordeste do Estado de São Paulo. O contexto em que se dá a atividade de extração mineral no Estado de São Paulo é de um predomínio da exploração de substâncias de baixo valor agregado, de uma grande dispersão dos dados sobre o tema nos vários órgãos que atuam no setor e da generalizada falta de georeferência dessas informações o que dificulta bastante a definição de uma política setorial regional, capaz de direcionar e fomentar ações de planejamento, fiscalização e controle por parte dos órgãos do poder público. Compõem este Sistema as informações referentes aos aspectos dos licenciamento minerário, que ocorre junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM, do Ministério das Minas e Energia, informações relativas ao licenciamento ambiental, de competência dos órgãos que integram a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a saber, CETESB, DEPRN e DAIA e eventualmente informações do Ministério Público. O Sistema desenvolvido conta com diversos recursos de consulta, visualização e análises temáticas dos parâmetros e etapas do processo de licenciamento da atividade minerária, sobre um mosaico de imagem de satélite, geologia compilada e aspectos do uso do solo. É executado em plataforma PC, ambiente MapInfo e apoiado em rotinas elaboradas em MapBasic. Permitiu a definição de nove áreas para análise diferenciada, distribuídas em toda a Bacia Hidrográfica, onde a observação foi realizada em escala maior, incluindo campanhas de campo buscando a caracterização de áreas amostrais quanto aos seus atributos relacionados à atividade extrativa (métodos de lavra, impactos associados, etc) e quanto à localização desses empreendimentos nos diferentes domínios lito-estratigráficos representados na bacia. Clique aqui para ver os relatórios

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  • 01/01/01

    Formação e atualização de banco de dados hidroclimatológicos do Instituto Geológico

    O projeto objetivo sistematizar e manter atualizadas as planilhas se dados hidroclimatológicos do Estado de São Paulo, de forma a facilitar sua busca e permitir uma utilização rápida nas pesquisas científicas desenvolvidas. Todos os dados mensais dos postos pluviométricos da Rede do DAEE (mais de 1000 postos) estão organizadas em planilhas Excel através desse projeto, facilitando seu tratamento e permitindo agilizar o desenvolvimento das pesquisas, uma vez que a obtenção e organização desses dados tornou-se mais rápida e eficiente. No início do projeto não havia a disponibilização desses dados em CD-ROM ou através de consultas na Internet. Atualmente o DAEE, o principal fornecedor de dados de chuva (os mais utilizados nas pesquisas), disponibiliza as informações através do site www.sigrh.sp.gov.br, cuja utilização merece tratamento pois os dados não estão em formato de planilha eletrônica para uso estatístico e análise. O Banco de Dados Hidroclimatológicos do IG desta forma atende as solicitações de dados para projetos, laudos e pareceres técnicos, bem como outras necessidades, com acuidade no levantamento e tratamento, uma vez que a rede de postos do Estado de São Paulo sofre redução no seu número e as falhas e interrupções nas seqüências dos dados são crescentes, principalmente a partir dos anos 90. O projeto prevê continuidade na atualização e aperfeiçoamento nas formas de busca dos dados. Tais atividades, a partir do encerramento formal deste enquanto projeto, devem ser consideradas um serviço de rotina da Seção de Hidroclimatologia-DEGP do IG, atendendo as demandas institucionais necessárias.

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  • Análise do conhecimento fossilífero do Estado de São Paulo, até o ano 2000, através do material publicado

    O projeto prevê a atualização dos dados paleontológicos do Estado de São Paulo, a exemplo do que fôra feito no projeto similar anterior, com a publicação de dois boletins (Os Fósseis do Estado de São Paulo e Bibliografia Analítica da Paleontologia do Estado de São Paulo). Adicionalmente, é objetivo apresentar uma análise quantitativa e qualitativa que sintetize a evolução do conhecimento paleontológico do Estado desde o primeiro trabalho publicado até o ano 2000.

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  • 01/12/00

    Zoneamentos geotécnicos aplicados à gestão ambiental, a partir de Unidades Básicas de Compartimentação – UBCs.

    Projeto de capacitação - Tese de Doutoramento. Apresenta-se uma estrutura metodológica para a realização de cartografia geotécnica com vistas a sua aplicação plena em estudos e atividades de gestão ambiental. A partir do cenário de gestão ambiental e das características gerais da cartografia geotécnica, identifica-se o zoneamento geotécnico como o formato de representação cartográfica mais adequado para a representação de informações geológico-geotécnicas. A obtenção de zoneamentos geotécnicos é estruturada em três etapas básicas: compartimentação fisiográfica dos terrenos; caracterização geotécnica; e cartografia temática final ou de síntese. O caráter fisiográfico da etapa de compartimentação dos terrenos e a utilização de procedimentos sistemáticos de foto-interpretação permite a determinação de Unidades Básicas de Compartimentação (UBCs) que constituem a base para a determinação de unidades geotécnicas. Os procedimentos operacionais contemplados nas três etapas permitem uniformizar a elaboração de produtos geotécnicos com caráter de avaliação de áreas naturais sobre as fragilidades e potencialidades do terreno. Possibilita, ainda, a adaptação dos procedimentos para a avaliação de áreas antropizadas. A aplicação do método em áreas do litoral do Estado de São Paulo e na Região Metropolitana de Campinas, permitiu verificar sua operacionalidade e eficiência na oBtenção de zoneamentos geotécnicos, voltados a subsidiar o planejamento e o gerenciamento dos espaços e recursos naturais. Orientação: Prof. Dr. Juércio Tavares de Mattos (IGCE - UNESP).

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  • Palinoestratigrafia do Grupo Tubarão no Estado de São Paulo.

    Projeto de capacitação - Tese de Doutorado defendida sob a orientação do Prof. Dr. Setembrino Petri (Instituto de Geociências-USP), finalizada em 2000. Os principais resultados do projeto foram: registro de 99 espécies de palinomorfos para a seção do Neocarbonífero-Eopermiano da Bacia do Paraná nos Estados de São Paulo e norte do Paraná; proposição de um zoneamento bioestratigráfico formal para a seção estudada do Subgrupo Itararé.

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  • Software para o cálculo da dimensão fractal de informações geomorfológicas.

    O projeto teve por finalidade desenvolver um software para a obtenção da dimensão fractal (D) a partir de modelos digitais do terreno (MDT). A partir de uma interface de múltiplos documentos, o usuário pode obter a D de todo o MDT, ou de setores e perfís selecionados sobre o mapa. A variabilidade espacial da D num MDT também pode ser obtida. Neste caso, uma célula de amostragem percorre todo o MDT e gera um arquivo com as coordenadas das áreas amostradas e sua respectiva D. Este arquivo pode ser processado em programas comerciais, para gerar mapas que exibem a variação espacial da D . A D é obtida pelo método do semivariograma e o usuário pode optar pela direção considerada no cálculo (Norte-Sul, Leste-Oeste ou ambas). O programa é utilizado para obter parâmetros para a compartimentação do relevo considerando seu grau de complexidade e identificar a correlação entre a D e a ocorrência de processos morfodinâmicos. A análise do variograma também pode exibir superfícies multifractais, permitindo a identificação de processos atuantes em diferentes escalas da paisagem.

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  • 01/01/00

    A cartografia ambiental para o município de São Sebastião-SP: um estudo crítico

    Projeto de Capacitação - Dissertação de mestrado desenvolvida na área de Geografia Humana (Cartografia Ambiental) sob a orientação do Prof. Dr. Marcello Martinelli (Departamento de Geografia-FFLCH-USP). Objetivou-se desenvolver uma discussão metodológica em Geografia voltada ao meio ambiente e a elaboração de um mapa da qualidade ambiental do município de São Sebastião-SP. Vem sendo desenvolvidas análises dos elementos do Quadro Natural, principalmente a Climatologia, Geologia e Geomorfologia, associando esses aspectos à realidade da produção do espaço geográfico do município, que vem sendo submetido a complexos processos de degradação ambiental. Os resultados apontam que toda a área do município está sujeita a apresentar problemas ambientais graves. Existem áreas onde a realidade da ocupação do espaço geográfico, sem apresentar infra-estrutura mínima adequada, associada ao quadro natural, a caracterizam como altamente sujeita a problemas, principalmente os movimentos gravitacionais de massa (exemplo do Bairro de Topolândia). A área ao sul da Serra do Juqueriquerê, de ocupação intensa mais recente, também começa a apresentar problemas semelhantes ao Bairro de Topolândia. O produto final deste estudo irá definir e hierarquizar as áreas críticas do município e propor medidas mitigadoras. As análises dos elementos do quadro natural estão sendo embasadas na Carta de Risco a Movimentos de Massa e Inundação do Município de São Sebastião, IG (1996).

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  • Análise morfodinâmica das vertentes da Serra do Juqueriquerê em São Sebastião, SP

    Projeto de capacitação - Dissertação de Mestrado desenvolvida na área de Geografia Física - Geomorfologia pelo Departamento de Geografia - FFLCH - USP. Este projeto foi desenvolvido em área localizada no setor norte do município de São Sebastião que abrange os bairros de São Francisco da Praia e Pontal da Cruz, com o objetivo de caracterizar o comportamento morfodinâmico e as interações do meio físico com a ação modificadora do homem, por meio da análise geomorfológica. A área foi analisada quanto ao potencial de instabilização (fragilidade), com base na carta geomorfológica e na correlação dos fatores naturais e antrópicos envolvidos, fornecendo subsídios ao planejamento físico-territorial. O mapa geomorfológico constitui o produto principal deste projeto, elaborado a partir da análise e interpretação de fotos aéreas e complementado com as observações de campo. Este mapa contém as unidades morfoesculturais e as unidades morfológicas ou padrões de formas semelhantes, os tipos de vertentes, os depósitos de material detrítico das vertentes e das planícies, as formas de processos morfodinâmicos atuais e/ou recentes e as formas antrópicas. O mapa geomorfológico, assim elaborado, permite visualizar, ao mesmo tempo, os componentes do relevo individualmente e no seu conjunto, tornando-se um instrumento de análise e síntese do relevo. Orientação: Prof. Dr. Jurandir L. S. Ross (Departamento de Geografia - FFLCH/USP).

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  • Análise da ocorrência de processos erosivos no município de Campinas (SP), a partir da interação entre a suscetibilidade natural a erosão hídrica e o uso e ocupação do solo.

    Projeto de capacitação - Tese de Doutoramento desenvolvida na área de Geociências e Meio Ambiente pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas - UNESP/Rio Claro. A crescente urbanização nas cidades do interior do Estado de São Paulo, associada à falta de estrutura urbana em novos loteamentos e conjuntos habitacionais, além da suscetibilidade dos terrenos, cria uma situação extremamente favorável ao desenvolvimento de processos erosivos de grande porte. Várias cidades do Estado de São Paulo, instaladas em terrenos constituídos por solos de textura arenosa e relativamente profundos, apresentam problemas de degradação de sua área urbana por processos erosivos, causados principalmente pela concentração das águas de escoamento superficial (pluviais e servidas). Em muitas cidades, as erosões promovem situações de risco para a comunidade, ante o seu grande poder destrutivo, ameaçando habitações e obras públicas, transformando-se no condicionante mais destacado na limitação para a expansão urbana, e assentamento de obras de infra-estrutura. Assim, os resultados do trabalho realizado demonstraram ser possível caracterizar, prevenir, minimizar e corrigir os efeitos do desenvolvimento de processos erosivos e os danos causados à ocupação dos terrenos. São apresentados os estudos das ocorrências de feições erosivas no município de Campinas (SP), onde se estabelece a interação entre o uso e ocupação do solo e a suscetibilidade natural dos terrenos à erosão hídrica. Foram elaborados dois documentos cartográficos, a carta de suscetibilidade natural à erosão hídrica do solo e o mapa de uso e ocupação do solo, os quais analisados conjuntamente possibilitaram estabelecer diretrizes para o planejamento urbano do município. A metodologia proposta permitirá a sua aplicação em outras áreas do estado de São Paulo que apresentem problemas semelhantes. Orientação: Prof. Dr. Vicente José Fúlfaro (IGCE - UNESP).

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  • Evolução quaternária das cimeiras do Brasil do Sudeste: o Planalto de Campos do Jordão.

    Projeto temático interinstitucional (Instituto Geológico/Instituto de Botânica) que visa reconstituir a evolução paleoclimática e paleoecológica de uma das cimeiras do Brasil de Sudeste, o planalto de Campos do Jordão. A abordagem integra métodos geológicos, geomorfológicos e palinológicos, com a finalidade de identificar variações climáticas e eventuais controles tectônicos na evolução da paisagem do planalto. O reconhecimento dos quadros climáticos e de vegetação que se sucederam durante o Quaternário é importante para o conhecimento da estrutura e dinâmica do ecossistema da montanha tropical e para o entendimento da evolução quaternária das cimeiras do sudeste do Brasil.

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